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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Historiadores afirmam ter encontrado cálice usado por Jesus na última ceia

Igreja recebe multidões que desejam ver o objeto considerado sagrado

Historiadores afirmam ter recuperado "Santo Graal"
Durante séculos especulou-se sobre as “relíquias sagradas”, objetos que teriam pertencido a Jesus e aqueles considerados santos pela Igreja Católica. Uma das mais conhecidas é o “santo graal”, taça usada por Jesus Cristo durante a última ceia.

Especialmente durante a Idade Média, a busca por ele foi objeto de ampla especulação. Na Europa, existem mais de 200 objetos que seriam o Santo Graal, mas nenhum oferece prova de sua autenticidade. Contudo, dois historiadores espanhóis causaram alvoroço ao revelar ter encontrado tal objeto. A descoberta é descrita em seu livro, “Reis do Graal”, publicado na semana passada.

Margarita Torres, especialista em história medieval e José Manuel Ortega del Rio, historiador de arte, afirmam que dois pergaminhos egípcios encontrados em 2011 na Universidade de al-Azhar, no Cairo, forneceram pistas para uma investigação que durou três anos.

Segundo eles, trata-se de uma peça feita em ágata, ouro e ônix, adornada com pedras preciosas. Ela é formada por dois cálices, um deles voltado para cima e outro para baixo. Teria chegado a Espanha pelas mãos de Fernando 1º, rei de León entre 1037 e 1065. Segundo Torres foi nessa época que ganhou os detalhes em ouro e pedras preciosas.

A taça se encontra desde o século 11 na Basílica de Santo Isidoro de León, localizada em León, no norte da Espanha. O cálice teria sido recebido pelo rei Fernando como uma “oferta de paz” do emir de um reino muçulmano.

Nos pergaminhos pesquisados por eles, conta-se como os muçulmanos tomaram o cálice sagrado da comunidade cristã do Cairo. Uma análise científica estima que a taça de fato foi feita no primeiro século.

Os pesquisadores dizem que rebateram muitas teorias e comprovam historicamente a origem do cálice em seu livro. “Esta é uma descoberta muito importante porque ajuda a resolver um grande quebra-cabeça”, afirmou Torres.

A Igreja Católica não emitiu um comunicado oficial sobre o assunto, mas a descoberta do cálice atraiu uma verdadeira multidão de fiéis e curiosos para a igreja espanhola nos últimos dias. Diante da possibilidade de um tumulto, o objeto histórico foi retirado da vista do público.

Raquel Jaén, diretora do museu da Basílica de San Isidoro, retirou o cálice de exibição nesta última sexta-feira (28), enquanto os curadores procuram um espaço maior para sua exibição. Eles acreditam que milhares de pessoas serão atraídas para o local nos próximos meses. Com informações Daily Mail e NY Post.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Arqueólogos encontram local da consagração de Salomão como rei

Foram 15 anos de escavação para achar a cidade bíblica de 3.800 anos em Israel

Arqueólogos encontram cidade bíblica de 
3.800 anos em Israel
Uma das pesquisas arqueológicas mais complexas já realizadas em Israel resultou no descobrimento da chamada “Cidade da Primavera”. O local, famoso quando Davi e seu filho Salomão eram reis de Israel foi construída para salvar e proteger a água da cidade dos inimigos que tentavam dominá-la.

Ao mesmo tempo era usada para proteger os cidadãos que voltavam para suas casas após irem buscar água no local. O local é descrito no livro bíblico de Reis, sendo protegida pela fonte de Giom. Foi ali que Salomão foi ungido pelo sacerdote Zadoque como rei, por ordem de Davi, seu pai. O local foi escolhido pois Davi sabia que seus inimigos políticos tinham um plano para tomar a sucessão do reinado.

A escavação aconteceu na Cidade de Davi, no Parque Nacional de Davi, em Jerusalém. Foram necessários 15 anos de trabalho. O trabalho foi coordenado pelo professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, e Eli Shukrun, integrante da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Eles acreditam que a Cidade da Primavera tem pelo menos 3800 anos, sendo a maior fortaleza cananeia que resistiu ao tempo. Também seria a maior fortaleza conhecida na região antes do reinado de Herodes, após a conquista romana.

A revelação da descoberta tem um significado duplo. O primeiro é científico, já que existe uma forte corrente dentro da arqueologia a qual afirma que Salomão nunca existiu, pois não há nenhum documento histórico que fale sobre ele além da Bíblia. A descoberta da Cidade da Primavera é a terceira nos últimos anos que comprova relatos bíblicos sobre partes da vida de Salomão.

A segundo á profética, pois a ideia de reconstrução do templo de Salomão, um antigo sonho dos judeus ortodoxos, é fortalecida toda vez que se mostra que os relatos bíblicos sobre ele são verdadeiros. Tanto judeus liberais quanto os muçulmanos que dominam o monte do Templo afirmam que jamais houve um templo naquele local construído por Salomão, pois não existem “comprovação arqueológica” disso.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 2 de abril de 2014

A Queda de Babilônia é Anunciada

"E outro anjo seguiu dizendo: Caiu, caiu Babilônia, aquela grande cidade, que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição."
(Apoc. 14:8)

Ainda na mesma visão, aparece outro anjo anunciando a queda de Babilônia, "a grande cidade". As palavras do anjo são idênticas às proferidas por Isaías. A Babilônia dos dias de Isaías caiu com a mesma rapidez. Cumprimento este que o profeta descreve como colheita (Is 21.9,10). Mas a ruína de que fala João é ainda maior.

A expressão "aquela grande cidade" sugere-nos Daniel 4.30. Nesta passagem, Nabucodonosor mostra todo o seu orgulho: "Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real com o meu grandioso poder, e para a glória de minha majestade?" Babilônia era o centro da religião e do comércio na região da Mesopotâmia nos tempos antigos. Os assírios haviam feito dela uma de suas capitais no tempo de Isaías. Apesar de ter sido destruída pelo rei Senaqueribe, seu filho, Esak-Naddon, reconstruiu-a, e logo fê-la retomar sua liderança nos campos religioso e econômico. Tal hegemonia durou até Alexandre, o Grande. Fizera-se, assim, um tipo da Babilônia de Apocalipse.

A Babilônia vista por João caiu por ter dado de beber o vinho de sua prostituição "a todas as nações". Dar de beber, nos tempos bíblicos, significa irrigar um campo, ou saturar alguma coisa com líquido. Babilônia havia saturado de tal maneira as nações com a sua idolatria, imoralidade sexual e desvio de comportamento, que a sua paixão tornara-se em fúria. Apesar de o anjo ter proclamado o evangelho eterno, e mostrado que até mesmo o julgamento tinha a finalidade de encorajar o povo a adorar a Deus, nem assim as nações o adoraram.

Nos dias de Daniel, Nabucodonosor exigiu que os três companheiros do profeta se juntassem à multidão na adoração da estátua de ouro. Como eles se recusassem, o rei lançou-os na fornalha de fogo ardente, mas nada lhes aconteceu. Sob este prisma, Roma chegou a ser considerada a Babilônia nos dias de João, por perseguir os cristãos que se recusavam a adorar o imperador. De igual modo, a Babilônia do Anticristo atormentará e matará os que não o adorarem.

Acreditam alguns que a "grande prostituta" (ou Babilônia) será uma espécie de império romano reavivado. Outros preferem ficar com uma Babilônia construída às margens do rio Eufrates. Ainda outros veem-na como o centro religioso e comercial da época. De uma forma ou de outra, é o sistema mundial que estará vivendo sob a égide babilônica, integrando como um todo a descrição de Daniel 2 e o animal terrível e espantoso do capítulo 7 do mesmo livro. A coisa mais importante a ser notada é que será necessário julgar e destruir esta força poderosa para criar espaço para o reinado de Cristo e a sua noiva pura e imaculada - a Igreja, durante o período do Milênio.

A queda de Babilônia mencionada neste capítulo é descrita também nos capítulos 17 e 18. Aqui, temos mais detalhes sobre esta Babilônia, que nos levam a vê-la realmente como uma cidade. Ela estará liderando, ou representando, um sistema mundial como um todo, nos aspectos político, religioso e comercial. Tal sistema estará todo permeado pela imoralidade e pela corrupção. Como todo o mundo estará comprometido com ela; há de receber a mesma paga da justiça divina.

Os Adoradores da Besta Sofrerão a Ira de Deus (Ap 14.9-11)

"E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. E o fumo do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome."

À medida que a visão avança, João vê um terceiro anjo. Sua mensagem prossegue como um aviso da seriedade do juízo vindouro. Ele também fala "com grande voz" para que todos ouçam. Se alguém vier a adorar a besta, e a tomar-lhe a marca, não escapará do juízo vindouro. Quão grande é o contraste entre tormento eterno e a morte que o Anticristo infligirá sobre os que se recusarem a tomar a marca da besta!

Os que adorarem a besta, tomarão o vinho da cólera divina misturado no cálice de sua ira. Tomarão esse vinho "sem mistura"; isto é: não diluído. Apesar de thumou ser traduzido em português como "cólera", "ira" e "furor"; e apesar de orges ser traduzido como o derramamento da ira de Deus contra o pecado e o mal, nenhum dos dois termos indica algo emocional da parte do Altíssimo. Ambas as palavras, juntas, dão ênfase ao santo e justo julgamento divino contra o pecado. Embora Deus ame o mundo, sabe o quanto o pecado prejudica o homem. Eis porque Ele odeia o pecado; sua santidade exige que este seja julgado. Consequentemente, os que praticam o pecado, fazendo deste o seu estilo de vida, terão de sofrer a ira divina no juízo.

Mais adiante é dito que os tais serão "atormentados com fogo e enxofre na presença dos santos anjos, e... do Cordeiro". Esta é uma expressão forte. Significa que a agonia dos que estiverem no lago de fogo será também revestida de vergonha. Hão de ver o que perderam, tal qual aconteceu ao rico que, no hades, via a bem-aventurança de Lázaro no seio de Abraão (Lc 16.23). No juízo final, porém, não há indicação de que o contrário aconteça. Os santos do Novo Testamento não hão de ver o sofrimento dos ímpios. somente a presença de anjos e do Cordeiro é mencionada. Os que adoram a besta e tomam-lhe a marca jamais terão descanso; "a fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos".

Algumas denominações ensinam que o tormento dos ímpios será temporário. Uma delas, por exemplo, diz que, como o lago de fogo exterminará os pecadores, estes simplesmente deixarão de existir. A Bíblia, porém, descreve o fogo do juízo como "inextinguível" (Mt 3.12; Mc 9.43-45; Lc 3.17). Pela sua própria natureza, jamais será apagado; é o castigo eterno. Outro grupo afirma ser a purificação o propósito final do lago do fogo, visando a reconciliação não somente dos ímpios como a do próprio Satanás. Tal doutrina, entretanto, nega a necessidade da cruz. A Bíblia mostra que a cruz e a ressurreição de Jesus constituem o ponto central do plano de Deus. Se houver salvação por meio do lago de fogo, então Pedro errou ao declarar: "Não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (At 4.12).

A natureza eterna do juízo é assim descrita por João: "a fumaça de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos". Não é de se admirar que Jesus haja declarado que haverá choro e ranger de dentes quando, os que se acharem nas trevas exteriores (fora do novo céu e da nova terra), virem, do outro lado, a iluminada Nova Jerusalém, e se aperceberem de tudo quanto perderam (Mt 25.30,41).

Continua...

Fonte: HORTON, Stanley M. Apocalipse: As coisas que Brevemente Devem Acontecer: 7ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011.
Imagens ilustrativas: Google images

terça-feira, 1 de abril de 2014

O Cordeiro Sobre o Monte Sião

Antes de tratar do derradeiro juízo do período da Grande Tribulação, o Apocalipse apresenta-nos uma visão, cuja tônica é marcantemente positiva. O capítulo 13 termina com um retrato de fome e morte, tendo como pano de fundo a marca da besta. O capítulo 14 é profético, porém não cronológico. Traz um evidente contraste com o quadro anterior na medida que apresenta um retrato glorioso de vitória. Suas três visões, separadas e distintas, começam com as palavras gregas kai - eidon (versículos 1,6,14), traduzidas como "e olhei".

O Cordeiro Sobre o Monte Sião (Ap 14.1)

“E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte de Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o nome dele e o de seu Pai.”

O capítulo 14 adianta-se com a finalidade de dar uma visão antecipada do tempo em que Jesus, como o Cordeiro de Deus, efetivar sua vitória sobre o Monte Sião, que será a capital do Reino Milenial.

(Dar-se-á também o cumprimento de Salmos 2.6, apesar de alguns estudiosos preferirem Hebreus 12.22-24, afirmando ser esta a Sião Celestial). Enquanto o Anticristo está se estabelecendo como deus em Jerusalém, e procurando quem o adore, a Bíblia não pode esperar para informar-nos que o reino e a glória da besta são como nada quando comparados com o reino e a glória do Cordeiro. A marca da besta e a adoração forçada que exige são também como nada diante do novo cântico que os seguidores do Cordeiro cantarão diante do trono. (Alguns comentaristas não conseguem entender que os escritos de João não possuem o mesmo rigor cronológico dos livros do Antigo Testamento. Consequentemente, buscam localizar a Jerusalém celestial aqui. Isto porém contraria o espírito do livro).

Com o Senhor Jesus estão os 144.000. Em contraste com os que tomaram a marca, ou o nome, da besta na mão direita ou na testa, estes santos trazem o nome do Pai de nosso Senhor Jesus Cristo em suas testas. Suas mentes e corações são identificados como pertencentes a Ele. Foram transformados, glorificados e feitos semelhantes ao Cordeiro. São vitoriosos, pois entregaram suas vidas integralmente ao Senhor, e são-lhe fiéis.

Tem havido muita controvérsia acerca desses santos. Dizem alguns serem os mesmos 144.000 saídos das 12 tribos de Israel, conforme nos mostra o capítulo sete. Outros dizem ser mais provável que estes sejam crentes fiéis e consagrados oriundos de diferentes lugares e épocas. O Ainda outros acreditam que o número 144.000 não representa um número limitado. Vêem-no como um número de plenitude, de maneira a incluir todos os crentes que tem andado com o Senhor, mantido a sua devoção a Deus e a Cristo, e demonstrado seu amor e fidelidade ao serviço cristão. Seja como for, podemos ter certeza de que Jesus conhece os que lhe pertencem.

Um Novo Hino Diante do Trono (Ap 14.2,3)

"E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão; e ouvi uma voz de harpistas, que tocavam com as suas harpas. E cantavam um como cântico novo diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra."

Neste trecho, João parece estar na terra, pois ouve uma voz "do céu". A descrição desta voz traz-nos à mente 1.15, onde a voz de Cristo soa como "muitas águas", e 6.1, onde a abertura do primeiro selo é acompanhada por "uma voz de trovão". Descrições como estas fazem-nos lembrar do Antigo Testamento (Ez 1.24; 43.2). Todavia, o plural indica que são vozes, combinadas harmonicamente, dos que se acham no céu.

Depois, João ouve uma multidão de harpistas acompanhando o hino. (Como aqueles de 5.8, estas harpas são as kitharas do grego, ou lira; ver também 15.2). À semelhança da voz, a música é também procedente do céu. É uma combinação perfeita entre a orquestra e o coral das regiões celestiais.

Os harpistas cantavam "como se fosse um hino novo". Não era totalmente novo; muitos de seus temas já haviam sido expostos anteriormente até mesmo no Antigo Testamento. São novos no sentido em que são uma expressão nova da bondade divina e de sua salvação (SI 33.3; 40.3;96.1; 98.1;44.9). Esses temas são novos pois a experiência de quem os entoa, constitui-se num contraste com a experiência dos que estavam sob a antiga aliança.

Embora o cântico proceda do céu, não é necessariamente para ser ouvido na terra. Os harpistas-cantores estão "diante do trono" e dos quatro seres viventes e dos vinte e quatro anciãos, conforme João presenciara no capítulo quatro. O louvor é para ser ouvido nas regiões celestiais, pois visam a glorificação do nome do Senhor.

Para alguns, estes harpistas fazem parte das fileiras angelicais. A natureza do cântico, todavia, não corrobora tal posição. A Bíblia declara que ninguém pode aprender o cântico "senão os cento e quarenta e quatro mil". Portanto, os harpistas-cantores são os 144.000. A esta altura, cantam o novo cântico diante do trono de Deus. Os versículos de dois a cinco fornecem o pano de fundo para ajudar-nos a identificar os 144.000, que aparecerão com Cristo sobre o monte Sião quando de sua volta, em glória, para derrotar o Anticristo e seus exércitos.

O uso do artigo definido grego o indica que os 144.000 são também "os remidos" da terra; os que foram comprados e lavados pelo sangue do Cordeiro.

Os Castos Seguidores do Cordeiro (Ap 14.4,5)

"Estes são os que não estão contaminados com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro. E na sua boca não se achou engano; porque são irrepreensíveis diante do trono de Deus."

Os 144.000 são também identificados como castos (virgens) por não se haverem maculados com mulheres. "Macular" significa tornar algo impuro, poluído, imundo. Portanto, não tem nada a ver com o casamento, pois a Bíblia explica claramente que "digno de honra entre todos seja o matrimônio bem como o leito sem mácula" (Hb 13.4).

Havia muitos templos cananeus, gregos e orientais na Ásia Menor. Essas religiões, via de regra, praticavam o culto da fertilidade, que tinha como ritual a prostituição, a astrologia, o espiritismo e o ocultismo. Tais coisas são consideradas pela Bíblia como abominação ao Senhor. Alguns eruditos interpretam a expressão "não se contaminaram com mulheres" como impureza espiritual e moral. Isto quer dizer que os 144.000 sempre se caracterizaram como fiéis seguidores de Cristo. Eles porfiaram por andar em santificação.

Os 144.000 mantiveram-se separados do mundo e da igreja apóstata (2 Co 6.17; Ap 17.1). Deixaram tudo para seguir o cordeiro de Deus, nosso Senhor e Salvador (Mc 8.34; Jo 14.21). Notemos também sua completa dedicação a Cristo: acompanham o Cordeiro, por onde quer que este fosse. João enfatiza novamente terem sido eles redimidos dentre a humanidade. São as "primícias para Deus e para o Cordeiro". Na época de João, o termo "primícia" tinha o significado de "o mais excelente", o que havia de "melhor qualidade". Por esta razão, os 144.000 não são apenas salvos; são primícias, oferecidos a Deus e ao Cordeiro. Compartilharão com Cristo o governo milenial.

O fato da virgindade dos 144.000 ser de natureza espiritual e moral é comprovada na declaração de João que diz: "não se achou mentira na sua boca". (Não praticavam engano que é tão característico do diabo). Pode-se também inferir que não adoravam a Deus de maneira insincera; não adoravam falsos deuses; não aceitavam a astrologia, ocultismo e outras mentiras de Satanás (Ap 21.27; 22.15).

Os 144.000 redimidos são também "sem mácula" (amomoi em grego) íntegros, irrepreensíveis. Esta palavra, usada para descrever Jesus, serve para identificar os crentes verdadeiros, cujos pecados e culpas foram removidos (1 Ts 5.23). Estes redimidos, pois, já estão justificados; são vistos como se nunca tivessem pecado. Compartilham da santidade e da justiça do imaculado Cordeiro de Deus.

O Evangelho Eterno Proclamado (Ap 14.6,7)

"E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas."

Noutra visão, João retorna ao tema de julgamento. Ele olha para o céu, e vê outro anjo; fato semelhante ocorreu em Apocalipse 8.3, À semelhança daquele que anunciou os três ais (Ap 8.13), este anjo voa pelo meio do céu com uma mensagem. Tem apenas um propósito: pregar as boas novas do evangelho eterno a todos os que ainda vivem sobre a terra: "a cada nação, e tribo, e língua e povo", para que ninguém alegue jamais ter ouvido o alerta divino.

Como a Grande Comissão foi entregue à Igreja, e somente esta tem autoridade para desincumbir-se dessa tarefa, muitos são levados a crer que, de fato, ela já não estará mais na terra. Seja como for, a mensagem do Evangelho não perderá sua eficácia.

O evangelho eterno é o mesmo evangelho proclamado pelos apóstolos e registrado no Novo Testamento. Não há outro evangelho, como bem o acentuou Paulo: "Mas, ainda que nós, ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema" (G1 1.8). Mesmo em meio a Grande Tribulação, Deus tudo faz para trazer os pecadores ao arrependimento. A mensagem do evangelho é sempre redentora; convida o povo a reconhecer o amor, a soberania e a santidade de Deus. Insta-nos a adorá-lo. Apesar das alegações do Anticristo, somente Deus é o Criador do Universo; somente Ele merece a nossa adoração. João 1.3 declara que Deus-Pai criou todas as coisas através de um Mediador - a palavra viva que se fez carne e habitou entre o povo deste mundo para tornar-se seu Salvador. Conseguintemente, Jesus também merece receber nossa adoração.

A mensagem do anjo é dada "em alta voz" para que todos possam ouvir. Ela conclama os povos de todas as partes a temer a Deus, pois "a hora do seu julgamento já é chegada". Esta é a oportunidade para que os pecadores tornem-se a Deus; prostrem-se perante Ele e adorem-no. Ele merece adoração, pois criou os céus, a terra, o mar, as fontes das águas; coisas cuja criação os pagãos atribuíam a uma multidão de deuses.
Por intermédio deste anjo, a humanidade recebe a última mensagem, a última oportunidade de ouvir a verdade, arrepender-se e colocar a sua fé em Jesus. Quão triste é saber que Satanás tem cegado tantas mentes e corações!

Continua...

Fonte: HORTON, Stanley M. Apocalipse: As coisas que Brevemente Devem Acontecer: 7ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011

sábado, 29 de março de 2014

Por que Deus destruiu os amalequitas?

"Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eu me recordei do que fez Amaleque a Israel; como se lhe opôs no caminho, quando subia do Egito.
Vai, pois, agora e fere a Amaleque; e destrói totalmente a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até à mulher, desde os meninos até aos de peito, desde os bois até às ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos."

(1 Samuel 15:2-3)
Deus é caracterizado na Bíblia como um Deus de misericórdia e compaixão, perdoando graciosamente aqueles que se voltam a ele (Sl 94:18-19; Lm 3:22; Tg 5:11; 2 Pe 3:9). Num gritante contraste, 1 Samuel 15:2-3 nos informa de que Deus, aparentemente sem misericórdia alguma, ordenou a morte de amalequitas inocentes - homens, mulheres e crianças.

Por quê?

Os amalequitas estavam longe de ser inocentes. De fato, eles eram totalmente depravados, além do que desejavam destruir Israel (v. 2), que era o povo escolhido de Deus, o canal de seus planos redentores para toda a humanidade (Gn 12:1-3). A destruição deles se fazia necessária pela gravidade do seu pecado. Em caso contrário, algum remanescente de coração endurecido poderia surgir e retomar a sua odiosa disposição contra o povo e os planos de Deus.

Quanto à questão das crianças inocentes, algumas observações são relevantes.

Primeiro, todos nós nascemos em pecado (Sl 51:5) e merecemos a morte (Rm 5:12). Um dia, todos seremos tomados por Deus através da morte - é apenas uma questão de tempo (Hb 9:27).

Segundo, Deus é soberano sobre a vida e reserva para si o direito de tomá-la quando quiser (Dt 32:39; Jó 1:21).

Terceiro, há aqueles que afirmam que todas as crianças que morrem antes da idade da responsabilidade são salvas, baseados em passagens tanto do A.T. como do N.T., por exemplo: "Na verdade, antes que este menino saiba rejeitar o mal e escolher o bem..." (Isaías 7:16); "Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus" (Marcos 10:14).

Quarto, dado o fato dos amalequitas terem passado para o deserto em perseguição aos israelitas, após a sua saída do Egito e em Refidim terem travado uma batalha covarde e mortal com os israelitas matando os mais fracos, mostrando sempre atitudes hostis contra o povo escolhido de Deus, sua destruição total foi decretada pelo próprio Deus (Êx. 17:8-16; Deut. 25:17-19).¹

Quinto, além de serem povos errantes no deserto, praticavam assaltos e roubos², sendo potencialmente perigosos. E, como certeza, seus exemplos seriam suficientes para que seus filhos fizessem o mesmo após atingiram a idade madura.

Sexto, nunca, na história de Israel deixaram de perturbar o referido povo. No tempo dos juízes de Israel, os amalequitas juntos com os amonitas, juntaram-se a Eglom, rei de Moabe, e atacaram Israel , tomando Jericó (Jz. 3:13); porém foram derrotados por Gideão no vale de Jezreel (Jz. 6:33; 7:12 a 22). Ou seja, geração após geração (do mais velho ao mais novo, com o passar dos anos), era um povo belicoso e que se fazia inimigo ferrenho do povo de Israel.³

Portanto, o ato pelo qual Deus tirou a vida das crianças está longe de ser um ato caracterizado por falta de misericórdia .

Fontes:
GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
¹DAVIS, John D. Dicionário da Bíblia de John Davis: 3ª Ed. São Paulo: Hagnos, 2005. p. 29.
²KASCHEL, Werner; ZIMMER, Rudi. Dicionário da Bíblia de Almeida: 2ª Ed. São Paulo: SBB, 1999.
³BOYER, Orlando. Dicionário Bíblico Universal: São Paulo: CPAD, 1999.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Como pôde Deus ter prometido a Saul uma dinastia perpétua, se isso já havia sido profetizado para Davi?

"Então disse Samuel a Saul: Procedeste nesciamente, e não guardaste o mandamento que o Senhor teu Deus te ordenou; porque agora o Senhor teria confirmado o teu reino sobre Israel para sempre;"
(1 Samuel 13:13)

Depois que Saul profanou o sacrifício, Samuel o repreendeu e disse-lhe que, se ele não tivesse pecado, Deus o teria estabelecido no trono de Israel para sempre. Entretanto, em Gênesis 49:10 vemos a promessa de que o trono seria dado à tribo de Judá para sempre.

Como poderia então Deus prometer a Saul uma dinastia eterna, se isso já havia sido prometido para Judá?

A afirmação feita por Samuel não foi uma promessa, mas apenas certificou Saul que ele perdera pelo seu ato de impiedade. Deus sabia desde o princípio que Saul se mostraria indigno de sentar-se no trono de Israel. Entretanto, como um ser moralmente livre, Saul teria de cometer os atos de impiedade, que Deus sabia de antemão que ele ia cometer. A afirmativa de que Deus teria estabelecido Saul sobre o trono era sincera e legítima, embora hipotética. Porque Deus sabia também que Saul se desqualificaria, Ele profetizou que por fim o trono ficaria com a tribo de Judá, e que a linhagem de Davi se estabeleceria em Israel para sempre.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
Imagem ilustrativa: Google Images

Afinal Saul foi escolhido rei por Deus, pelo povo ou pela sorte que fora lançada?

"Tendo, pois, Samuel feito chegar todas as tribos, tomou-se a tribo de Benjamim.
E, fazendo chegar a tribo de Benjamim pelas suas famílias, tomou-se a família de Matri; e dela se tomou Saul, filho de Quis; e o buscaram, porém não se achou."

(1 Samuel 10:20-21)

A Bíblia diz que Saul foi escolhido pelo povo (1 Sm 8:19), pelo Senhor (1 Sm 9:17; 10:24) e "por sorte" (1 Sm 10:20-21).

Quem, de fato, o escolheu? Como resolver esse aparente impasse?

As três afirmativas bíblicas são verdadeiras.
Como o povo tinha pedido a Deus um rei, ele atendeu-os e guiou-os na escolha de Saul por meio da sorte lançada. Provérbios 16:33 declara que "a sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda decisão" (cf. At 1:26).

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
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As Escrituras dão relatos contraditórios da unção de Saul?

"Então tomou Samuel um vaso de azeite, e lho derramou sobre a cabeça (de Saul), e beijou-o, e disse: Porventura não te ungiu o SENHOR por capitão sobre a sua herança?"
(1 Samuel 10:1)

De acordo com 1 Samuel 10:1, Samuel ungiu Saul nas imediações de Ramá, no território de Zufe (cf. 9:5). Entretanto, 1 Samuel 10:17-24 deixa claro que Saul foi escolhido rei de Israel em Mispa.

Como poderíamos resolver essa aparente contradição nestes dois relatos?

Ao lermos atentamente todo o texto, poderemos perceber que não há contradição, vejamos:

A única passagem que descreve a unção de Saul é 1 Samuel 10:1. Em 1 Samuel 10:17-24 temos a indicação pública de Saul, perante toda a nação. Não há afirmação alguma de que tenha havido unção nesse dia. Também, em 1 Samuel 12, encontramos a cerimônia de confirmação da escolha de Saul como rei de Israel, e a palavra de despedida que Samuel deu à nação. Também nesta passagem não há referência alguma à unção. De acordo com o relato bíblico, Saul foi ungido apenas uma vez, e não há contradição alguma entre estas três passagens.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
Imagem ilustrativa: Google Images

quarta-feira, 19 de março de 2014

Como pôde Deus condenar o pedido feito por Israel para que fosse constituído um rei, quando em Deuteronômio 17 o Senhor havia dado as regras para a escolha de um rei?

"E disse o Senhor a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo quanto te dizem, pois não te têm rejeitado a ti, antes a mim me tem rejeitado, para eu não reinar sobre eles.
Conforme a todas as obras que fizeram desde o dia em que os tirei do Egito até ao dia de hoje, a mim me deixaram, e a outros deuses serviram, assim também fazem a ti.
Agora, pois, ouve à sua voz, porém protesta-lhes solenemente, e declara-lhes qual será o costume do rei que houver de reinar sobre eles."

(1 Samuel 8:7-9)

As Escrituras testificam o fato de que Deus planejara um rei para Israel. Deuteronômio 17:14-20 estabelece especificamente as regras para a escolha de um rei em Israel.

Entretanto, quando o povo de Israel pediu a Samuel que constituísse um rei, o Senhor disse a Samuel que o povo "não te rejeitou a ti, mas a mim, para eu não reinar sobre ele" (1 Sm 8:7). Como pôde então Deus condenar o pedido de um rei feito por Israel, quando ele mesmo já havia dado as instruções para a escolha de um rei?

O contexto de 1 Samuel 8 mostra-nos que tanto a motivação como o método na busca de um rei foram incorretos.

Em primeiro lugar, o motivo pelo qual eles queriam um rei não era certo. No primeiro versículo do capítulo 8 lemos que Samuel já tinha envelhecido, quando constituiu seus filhos por juízes em Israel. Entretanto, os filhos de Samuel não se comportaram de forma correta aos olhos de Deus. Quando o povo foi até Samuel, pedir que ele lhes constituísse um rei, não foi porque quisessem ter um homem de Deus reinando sobre a nação, mas porque queriam que um homem reinasse sobre eles. Eles consideraram erroneamente como atos de Samuel a administração que Deus vinha operando através dele.

No dia em que Saul foi escolhido, Samuel lembrou o povo de que foi Deus quem os livrara de todos os seus males, e disse-lhes: "Mas vós rejeitastes hoje a vosso Deus, que vos livrou de todos os vossos males e trabalhos..." (1 Sm 10:19). Eles ignoraram completamente o fato de que era Deus quem os protegia e sobre eles reinava, e não Samuel ou qualquer rei humano que este constituísse.

Consequentemente, não era a Samuel que eles estavam rejeitando, mas sim a Deus.

Em segundo lugar, eles erraram não buscando o Senhor no que diz respeito ao rei que governaria Israel. Não se preocuparam em pedir a direção de Deus. Eles simplesmente pediram a Samuel que lhes constituísse um rei. Quando os anciãos de Israel foram até Samuel, eles disseram:

"Constitui-nos, pois, agora, um rei sobre nós, para que nos governe, como o tem todas as nações (1 Sm 8:5). Entretanto, segundo Deuteronômio 17:15 Deus determinara especificamente que o povo estabeleceria um rei, "aquele que o Senhor... escolher".

O pedido feito pelo povo denuncia sua total desconsideração quanto à participação de Deus no processo da escolha. Na verdade eles rejeitaram a Deus como seu rei e ele não se agradou disso porque não buscaram um homem de Deus, nem empregaram o método de Deus.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

Samuel julgou Israel durante todos os seus dias ou até quando Saul foi ungido rei?

"E Samuel julgou a Israel todos os dias da sua vida."
(1 Samuel 7:15)

Neste versículo, somos informados de que "julgou Samuel todos os dias de sua vida a Israel". Entretanto, Samuel viveu por algum tempo depois de Saul ter sido ungido rei (1 Sm 8:5; 12:1; 25:1).

Samuel delegou apenas a sua autoridade civil a Saul, não sua autoridade espiritual. Na monarquia de Israel havia uma separação de poderes. Aos reis não era permitido exercer funções espirituais (cf. 2 Cr 26:16-23), e os profetas não mais tinham autoridade política. Mesmo assim, os profetas, com suas revelações recebidas diretamente de Deus, estavam em permanente vigilância moral sobre os que eram detentores do poder político.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

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