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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Pesquisa mostra as heresias mais comuns nas igrejas modernas

Levantamento da Lifeway mostra que evangélicos não conhecem doutrinas básicas do cristianismo

Pesquisa mostra que evangélicos não conhecem doutrinas básicas
A mais recente pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas LifeWay é intitulada “Americanos acreditam no céu, inferno e em algumas heresias”. Encomendada pela Ligonier Ministries e publicada dia 28 de outubro, recebeu destaque em vários sites de conteúdo evangélico.

O material revela que muitos evangélicos americanos têm opiniões “heterodoxas” sobre a Trindade, a salvação, e outras doutrinas. Segundo os padrões dos conselhos mais importantes da Igreja primitiva, essas posturas seriam consideradas heréticas.

Os pesquisadores fizeram 43 perguntas sobre fé, abordando temas como pecado, salvação, Bíblia e vida após a morte. A pesquisa feita com 3 mil pessoas tem uma margem de erro de 1,8% e seu nível de confiança é de 95%. As principais conclusões do estudo são que embora a imensa maioria – 90% dos evangélicos e 75% dos católicos – acredite que o céu é um lugar real, cerca de 19% dos evangélicos (67% dos católicos) acreditam que existem outros caminhos para chegar lá que não seja através da fé em Jesus.

Por outro lado, 55% dos evangélicos dizem que o inferno é um lugar real, contra 66% dos católicos. Na média, os americanos não parecem muito preocupados com o pecado ou em irem para o inferno depois de morrer. Dois terços (67%) dizem que a maioria das pessoas são basicamente boas, apesar de todos os seus pecados. Apenas 18% acredita que até mesmo pequenos pecados podem resultar em condenação eterna, enquanto pouco mais da metade (55%) dizem que Deus tem “um lado irado”.

A importância desse tipo de levantamento é a grande influência que a igreja americana tem sobre a maioria das igrejas do mundo ocidental. Segundo Stephen Nichols, diretor acadêmico da Ligonier, os dados mostram “um nível significativo de confusão teológica”. Muitos evangélicos não têm visões em harmonia com a Bíblia sobre Deus ou os seres humanos, especialmente em questões de salvação e do Espírito Santo, acrescentou.

Alguns pontos têm variação expressiva dependendo da tradição teológica a que a pessoa entrevistada pertence. Porém, em algumas questões os resultados surpreendem. Em alguns casos, o problema parece ser mais a falta de informação. Menos da metade (48%) acredita que a Bíblia é a Palavra de Deus, sendo que 50% dos evangélicos e 49% dos católicos dizem que ela é “útil, mas não uma verdade literal”.


Ao mesmo tempo, por exemplo, apenas 6% dos evangélicos acham que o “Livro de Mórmon” é uma revelação de Deus, enquanto outros 18% “não tem certeza e acham que pode ser”. Possivelmente desconhecem que os mórmons são uma seita e que, para eles, Jesus e o Diabo são irmãos, filhos do Deus-pai, que vive em outro planeta.

Perguntados sobre a natureza de Jesus, um terço (31%) disse que Deus, o Pai é mais divino do que Jesus, enquanto 9% não tinham certeza. Além disso, 27% dizem que Jesus foi a primeira criação de Deus, e outros 11% não tinham certeza.


No segundo e terceiro século, proeminentes teólogos e líderes da igreja debateram por muito tempo sobre a natureza. O concílio ecumênico da Igreja em Niceia, no ano 325, e o concílio ecumênico de Constantinopla, em 381 declararam sua rejeição a qualquer ensinamento que defendia que Jesus não era um com o pai, da mesma substância. Logo, tratar Jesus como um ser criado e menor que Deus-Pai não é um ensinamento cristão, embora permaneça sendo ensinado por seitas como os mórmons e os Testemunhas de Jeová.

Na mesma época, concílios ecumênicos também esclareceram que a Trindade era composta por Pai, Filho e Espírito Santo, sem diferença de essência ou hierarquia entre eles. Quando questionados sobre a pessoa do Espírito Santo, os evangélicos de 2014 revelam posturas ainda problemáticas. Mais da metade (58%) disse que o Espírito Santo é uma força, não uma pessoa. Enquanto 7% disse não ter certeza. Sobre o Espírito Santo ser menos divino do que Deus Pai e Jesus, 18% concordaram e o mesmo percentual respondeu “não sei”. Já dois terços dos católicos (75%) responderam acreditar que o Espírito Santo é apenas uma “força divina”.


A natureza humana e a salvação são outras áreas que mostram confusão nas respostas. Dois em cada três evangélicos (71%) dizem que uma pessoa será salva se buscar a Deus primeiro, e depois Deus responde com sua graça. Uma percentagem semelhante (67%) disse que as pessoas têm a capacidade de se converter a Deus apenas por sua própria iniciativa. Ao mesmo tempo, mais da metade (56%) disse que as pessoas têm de contribuir para a sua própria salvação.


Essa parece ser a questão que ainda suscita mais debate. A tradição mais comum entre católicos romanos, ortodoxos e alguns ramos protestantes defende que os seres humanos cooperam com a graça de Deus na salvação. O ensinamento cristão histórico em todos os ramos é que qualquer ação por parte do homem será apenas uma resposta à obra do Espírito de Deus.

Ao serem perguntados sobre a igreja local, 52% acreditam que não há necessidade de pertenceram a uma igreja, pois buscar a Deus sozinho tem o mesmo valor que a adoração comunitária. Ao mesmo tempo, 56% disseram crer que o sermão do pastor não tem “qualquer autoridade” sobre eles. Quarenta e cinco por cento dos entrevistados acredita que tem o direito de interpretar as Escrituras como quiserem.

Teólogos comentam

A revista Christianity Today consultou teólogos sobre os resultados da pesquisa. Para Nichols, a Ligonier apenas está verificando o que muitos pastores já sabem: as pessoas não conhecem sua fé a fundo.

Timothy Larsen, professor do pensamento cristão no Wheaton College, afirma que isso só poderá ser revertido com mais discipulado bíblico. John Stackhouse, professor de teologia no Regent College, em Vancouver, é enfático: “Um sermão no domingo e um estudo bíblico simples durante a semana não é suficiente para informar e transformar a mente das pessoas para seguirem a teologia cristã ortodoxa.”

Ele acredita que é preciso mais empenho dos que pregam para deixar claro o que a Bíblia ensina sobre essas questões-chaves. Opinião parecida tem Beth Felker Jones, professora de Teologia no Wheaton College: “Os líderes da Igreja precisam ser capazes de ensinar a verdade da fé com clareza e precisão, e nós precisamos ser capazes de mostrar às pessoas por que isso é importante para as nossas vidas.”

Howard Snyder, ex-professor de em vários seminários conhecidos, enfatiza que a doutrina da Trindade não é um “conceito teológico abstrato, mas uma verdade cristã fundamental que nos informa sobre o Deus que adoramos, que somos como seres humanos, e toda a criação”.

Na análise do diretor da LifeWay, Ed Stetzer, o evangélico médio “gosta de acreditar em um tipo de Deus quase cristão, com doutrinas incompletas”.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Por que Caim não sofreu a pena capital (de morte) pelo assassinato que cometeu?

www.oucaapalavradosenhor.comOlá, caros leitores!

A cada leitura da preciosa Palavra de Deus, nos deparamos com passagens de difícil entendimento e, para que possamos lançar um pouco mais de luz sobre passagens de difícil entendimento é que procuramos tentar ajudar pessoas como você, caro leitor, que tem sede tanto da Palavra de Deus como de solucionar aquilo que parece ter um pouco de dificuldade para nossa compreensão, até mesmo porque o texto sagrado em voga foi escrito em uma época muito diferente e anterior à nossa.

Mas preste bastante atenção no que vou dizer: "jamais tome nossas pequenas pesquisas como esgotamento para qualquer que seja o assunto tratado, pois nossa intenção, como já disse, não é dar a palavra final ou esgotar o tema, mas sim ajudar nossos amados leitores." Então vamos em busca da solução (não total) da pergunta acima?


"Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na terra.
Então disse Caim ao Senhor: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada."


No AT, os assassinos recebiam a pena capital pelo seu crime (Gn 9:6; Êx 21:12). Contudo, Caim não somente saiu livre, depois de matar seu irmão, como também foi protegido de qualquer vingança (Gn4:15).

Há várias razões pelas quais Caim não foi executado pelo seu crime capital.

Primeiro, Deus não havia ainda estabelecido a pena de morte como instrumento do governo humano (cf. Rm 13:1-4). Somente depois de a violência ter enchido toda a terra, nos dias anteriores ao dilúvio, foi que Deus determinou: "Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a sua imagem" (Gn 9:6).

Segundo, quem seria o executor de Caim? Ele acabara de matar Abel. A essa altura, apenas Adão e Eva tinham restado naquela faixa de terra. Certamente Deus não iria apelar aos pais para que matassem o filho remanescente. Em face disso, Deus, que é soberano sobre a vida e a morte, como somente ele é (Dt. 32:39), pessoalmente comutou a pena de morte de Caim. Entretanto, ao agir assim, Deus demonstrou a gravidade do pecado de Caim e deu-nos a entender que ele era digno de morte, ao declarar: "A voz do sangue de teu irmão clama [por vingança] da terra a mim" (v. 10). Não obstante, até mesmo Caim parece ter reconhecido que ele era merecedor da morte, e pediu proteção a Deus (v. 14).

Terceiro, apesar de Deus ter substituído a sua pena, ainda assim teve uma pena muito dura pois, Deus lhe prometeu uma existência miserável e esquálida por causa da maldade que cometera. O primeiro homicídio de que se tem notícia na Palavra de Deus foi punido com uma sentença perpétua, e não com a pena de morte, a qual o próprio Caim chama de pesada demais: "É tamanho o meu castigo, que já não posso suportá-lo!" (Gên. 4:13).[¹]

Finalmente, a promessa de Deus para proteger Caim da vingança incluía a pena capital para quem quer que tomasse a vida dele (cf. v. 15). Dessa forma, o caso de Caim é uma exceção que prova a regra, e que de forma alguma vai de encontro à pena de morte, tal como estabelecida por Deus.

Fontes: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
[¹]CHAMPLIN, Russel Norman. O Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. 2ª Ed. São Paulo: Editora Hagnos, 2001.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

População de Israel atinge “marca profética” Estado judeu já soma 9 milhões de pessoas

População de Israel atinge "marca profética"
Os judeus de todo mundo comemoram o Rosh Hashaná, o Ano Novo do calendário judaico, na virada do dia 24 para 25 de setembro. A chegada do ano 5775 traz um número considerado profético. A população de Israel chegou a 9 milhões, afirma o relatório da Autoridade da População e Imigração.

Apenas o crescimento demográfico natural não possibilitaria isso. No último ano nasceram 176.230 bebês em Israel. Somente este ano cerca de 25.000 judeus imigraram para Israel vindos de diferentes partes do mundo.

Destaque para os que imigraram da França e da Ucrânia, onde o aumento do antissemitismo e a guerra, respectivamente, contribuíram para o êxodo. Pela primeira vez, mais de seis milhões de judeus vivem no Estado de Israel desde 1948, quando ocorreu o seu “renascimento”.

Os outros três milhões são de muçulmanos e cristãos. Quase metade dos árabes-israelenses moram em comunidades próprias nos territórios palestinos (Cisjordânia e Gaza). Atualmente Nazaré é a maior cidade árabe do país. Em Jerusalém, vivem cerca de 200 mil muçulmanos, ou seja, 33% da população da cidade. A minoria cristã (2%) está espalhada por todo o país.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que o índice populacional de Israel é uma evidência de sua vitória sobre o Holocausto e aqueles que tentaram destruir o povo judeu através dos tempos. “Pela primeira vez na história do Estado de Israel, mais de seis milhões de judeus vivem aqui. Este número tem um grande significado à luz da história do nosso povo no século anterior e no atual”, disse Netanyahu.

Para vários ministérios que estudam profecias, a migração é o cumprimento das promessas bíblicas. Em especial, citam Ezequiel 36: 24: “‘Pois eu os tirarei das nações, os ajuntarei do meio de todas as terras e os trarei de volta para a sua própria terra”. Com informações de CBN

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Vídeo de soldados cantando “Dias de Elias” é sucesso na internet

Canção de adoração desafia regras das forças armadas

Um vídeo mostrando cerca de 500 fuzileiros navais dos EUA na Base Camp Pendleton, na Califórnia, é sucesso na internet. Merrie Pardee Baldwin, que publicou o vídeo original em sua página do Facebook, afirmou ao The Christian Post, que espera inspirar os soldados americanos. Muitos deles estão preocupados com o crescimento da violência do Estado Islâmico no Oriente Médio e as ameaças de guerra contra os EUA.

“Estou muito feliz que este vídeo se tornou um viral, mas a coisa que mais quero é que as pessoas orem por nossas tropas. Essa é a minha intenção. Quero ver mais pessoas orando por nossos soldados, pois há muitas más notícias nos meios de comunicação, desejamos ver algo positivo”, explica Baldwin.

Ela é membro da Igreja Fellowship Christian Arbor, em Lake Forest, Califórnia, e trabalha com o esposo Jim como capelã voluntária nos cultos realizados em Camp Pendleton cada segundo domingo do mês. Há dois anos eles fazem orações e cantam durante o que chamam de culto dos “Guerreiros da fé”.

Ao mesmo tempo, o sucesso do vídeo demonstra que a fé é algo importante para os soldados. Recentemente, o governo Obama tem emitido uma série de decretos “politicamente corretos” que dificultam e até impedem que funcionários federais demonstrem sua fé.

O vídeo passou de um milhão de exibições no Youtube e Facebook. Seu refrão afirma “Não há Deus como Jeová”. A versão em português ficou conhecida na voz da cantora Lauriete. A versão original "Days os Elijah" é cantada por Paul Wilbur.

Assista:

Assista a versão original cantada por Paul Wilbur

  

 Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Como foi que Deus "desceu" do céu, uma vez que ele já estava aqui (como está em toda parte)?

"Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;"
(Gênesis 11:5)

Muitos críticos da Palavra de Deus se aproveitam desse versículo para mostrar que o homem tem noções nada criativas a respeito de Deus, levando a pensar também que nem mesmo o autor de Gênesis teria escapado de tal pensamento, ou seja, pensar que Deus teria descido de sua habitação celestial para espiar uma torre e uma cidade que estavam sendo edificadas. Mas, primeiramente, uma das coisas que temos que pensar ou entender que isso se trata de uma linguagem antropomórfica¹ (em outros casos usa-se o antropopatismo²) a qual que é bastante corriqueira na Bíblia, usada para ajudar ao leitor a entender o que quer dizer o texto bíblico.

Jonh Gill, citado por Champlin em seu livro "O Antigo Testamento Comentado" p.95 afirma que "Deus não desceu local ou visivelmente, sendo Ele imenso, Onipresente e invisível..." pois tudo isso foi dito à maneira que os homens pudessem entender.

Deus é onipresente, isto é, ele está em todo lugar ao mesmo tempo (SI 139:7-10). Gênesis 11:5 declara que Deus "desceu" para ver a cidade que os homens edificavam. Mas se ele já estava aqui, como é que ele "desceu" até aqui?

Deus "desceu" é uma teofania, que significa uma manifestação especial, e num determinado local, da presença de Deus. Estas teofanias ocorriam frequentemente no AT. Certa vez, Deus apareceu a Abraão como homem (Gn 18:2). Deus também desceu para falar com Moisés (Êx 3), com Josué (Js 5:13-15) e com Gideão (Jz 6), de maneira semelhante.

Fontes: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
¹KASCHEL, Werner; ZIMMER, Rudi. Dicionário da Bíblia de Almeida: 2ª Ed. São Paulo: SBB, 1999. p. 35
¹ANTROPOMORFISMO: [Do gr. anthropos, homem; e morphe, forma]. Linguagem figurada para falar de Deus como se ele tivesse forma, membros, órgãos e sentimentos humanos. Exemplos: face (Êx 33.20), boca (Mq 4.4), olhos (Jó 34.21), ouvidos (Sl 17.6), braço (Is 52.10), mão (1Pe 5.6) etc.
²ANDRADE, Claudionor C. Dicionário Teológico: Um Suplemento Biográfico dos Grandes Teólogos e Pensadores. 9ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2000. p. 46
²ANTROPOPATISMO: [Do gr. anthropos, homem; pathos, sentimento]. Atribuição de sentimentos humanos a Deus. Figurativamente encontramos várias expressões como esta: a ira de Deus, o arrependimento de Deus etc. Tais expressões são usadas para que o ser humano possa entender a ação divina na história sagrada. É uma forma dos autores sagrados dizerem que o Criador não é indiferente ao que acontece nesse mundo...
CHAMPLIN, Russel Norman. O Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. 2ª Ed. São Paulo: Editora Hagnos, 2001.

Por que este versículo dá a entender que a humanidade tinha muitas línguas, já que Gênesis 11:1 diz que havia uma única língua?

"Por estes foram repartidas as ilhas dos gentios nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações."
(Gênesis 10:5)
"Estes são os filhos de Cão segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, em suas nações."
(Gênesis 10:20)
"Estes são os filhos de Sem segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, nas suas terras, segundo as suas nações."
(Gênesis 10:31)

Os textos de Gênesis 10:5,20,31 parecem indicar que havia muitos dialetos, o que aparentemente está em conflito com Gênesis 11:1, que de forma bem clara diz que "em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar".

Estes textos referem-se a dois tempos diferentes. Anteriormente, enquanto estavam mantendo suas distinções tribais, os descendentes de Cam, Sem e Jafé, todos eles falavam a mesma língua.

Posteriormente, com a torre de Babel (Gn 11), Deus puniu os homens pelo projeto com o qual se rebelavam contra ele, confundindo-lhes a fala. Como resultado, as tribos não mais conseguiam comunicar-se umas com as outras, embora possivelmente às subtribos e aos clãs tenha sido permitido uma linguagem compreensível, para que assim continuassem a se comunicar entre si.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Deus mudou de ideia quanto a nunca mais destruir o mundo de novo?

"E o Senhor sentiu o suave cheiro, e o Senhor disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice, nem tornarei mais a ferir todo o vivente, como fiz."

De acordo com este versículo, depois do dilúvio, Deus prometeu:"... nem tornarei a ferir todo vivente, como fiz". Entretanto, Pedro prediz que haverá um dia em que "os céus passarão com estrepitoso estrondo e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas" (2 Pe 3:10).

Depois do dilúvio, Deus somente prometeu nunca mais destruir o mundo da mesma maneira como Ele tinha feito (Gn 9:11), ou seja, com água. O arco-íris é um símbolo perpétuo dessa promessa. A segunda destruição do mundo será com fogo, e não com água. O que vai acontecer é que "os elementos se desfarão abrasados" (2 Pe 3:10). Mesmo assim, naquele dia Deus não vai destruir todos os seres viventes. Aqueles que creram nas Palavras do Salvador serão salvos em seus corpos físicos ressurretos e imperecíveis (1 Co 15:42).

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Pastor faz “desafio de Elias” ao califa do Estado Islâmico

Pastor faz "desafio de Elias" ao califa do
Estado Islâmico
"É hora de alguém expor esses instrumentos de Satanás", afirma Bill Keller

Pastor faz "desafio de Elias" ao califa do Estado Islâmico
Um pastor cristão norte-americano está propondo um desafio de fé ao chefe do grupo terrorista Estado Islâmico, o autoproclamado califa Abu Bakr al-Baghdadi. Basicamente é uma repetição do que fez Elias com os profetas de Baal no Monte Carmelo, no Antigo Testamento.

O evangelista Bill Keller, que mantém o site Liveprayer.com, disse que deseja provar ao mundo que os muçulmanos adoram a um falso deus. Ele fez um vídeo onde afirma: “É hora de alguém expor esses instrumentos de Satanás, em vez de se esconder na tenda como o exército de Israel fez quando foi hostilizado por Golias”.

Keller explica que seu desejo é mostrar que “Jesus morreu pelos pecados de todos os homens, incluindo os do Sr. al-Baghdadi”. Por isso, ele deseja ver o califa renunciar ao Islã e aceitar Jesus. Para que isso aconteça, Keller diz estar pronto para dar ao mundo uma demonstração pública do poder divino.

“Eu irei para o Iraque, a Síria, ou qualquer local que você deseja”, diz Keller. “Cada um levará um animal puro, cortado em pedaços. Armamos as fogueiras. Depois de tudo preparado, você tem uma hora para pedir que Alá faça chover fogo sobre a sua oferta. Se no final daquela hora Alá não responder às suas súplicas, eu invocarei o único e verdadeiro Deus, o Deus da Bíblia… não apenas para lançar fogo sobre a minha oferta, mas também sobre a sua”.

E Keller vai mais além: “Se o seu deus Alá não responder, você… renuncia como líder do Estado Islâmico. Você se aposenta da sua vida de terror e incentiva seus seguidores a viver em paz. Então eu poderei voltar para minha casa nos Estados Unidos. Mas caso seu deus Alá responder às suas súplicas por fogo [e] o meu Deus não, eu renuncio à fé cristã, e você poderá fazer o que quiser e até me matar”.

O desafio de Keller é baseado no relato de 1 Reis 18, em que o profeta Elias derrotou os 450 profetas do deus pagão Baal. O evangelista deseja que esse desafio de fé cause um impacto em todos os muçulmanos do mundo.

“O Islã é uma mentira 1.400 anos de idade, vinda do inferno, nascido da voz de Satanás, literalmente. Maomé estava correto quando disse que era Satanás que inicialmente falou com ele. Ele sonhou com o seu próprio deus, Alá, que tenta ser uma imitação do Deus da Bíblia, e inspirou o seu próprio livro sagrado, o Alcorão, também uma imitação barata, muitas vezes plágio da Palavra de Deus inspirada, inerrante, a Bíblia”

Keller postou o desafio pela primeira vez julho, mas não obteve resposta de Baghadai nem de algum representante do Estado Islâmico, e afirma que o desafio continua de pé. Com informações WND.

Fonte: Gospel Prime

ONU acusa Estado Islâmico de limpeza étnica e religiosa

O grupo tem matado milhares de fiéis pertencentes a minorias religiosas nos últimos meses

ONU acusa Estado Islâmico de limpeza étnica e religiosa
Um comunicado emitido pela ONU nesta segunda-feira (25) acusa o Estado Islâmico de promover uma “limpeza étnica e religiosa” no Iraque e na Síria, pedindo que a comunidade internacional interfira no caso.

O texto foi assinado pela alta comissária da ONU para Direitos Humanos, Navi Pillay, que disse: “O Estado Islâmico e os grupos armados associados cometem a cada dia graves e horríveis violações dos direitos humanos. Atacam sistematicamente homens, mulheres e crianças em função de sua origem étnica, religiosa ou sectária, e realizam uma limpeza étnica e religiosa sem piedade nas regiões que controlam”.

Além de atacar cidades iraquianas, o EI está avançando na Síria. Recentemente o grupo de jihadistas conseguiu dominar o aeroporto militar em Raqa seguindo com o plano de proclamar o califado, um estilo de governo que representa a unidade e liderança política do mundo islâmico.

Por onde passa o EI tem matado não muçulmanos, além de promover uma guerra entre jihadistas e outros grupos étnicos como os curdos. “Tais atos poderiam constituir crimes contra a humanidade”, diz Pillay na nota criticando as violações dos direitos humanos contra cristãos, yazidis, shabaks e turcomanas.

A ONU defende a interferência internacional para combater os jihadistas, o próprio governo iraquiano pediu ajuda dos Estados Unidos e outras capitais para vencer o EI, mas a Síria não quer o exército americano bombardeando suas áreas.

Se os Estados Unidos quiser atacar o EI na Síria terá que pedir autorização para Damasco que se prontificou a cooperar e coordenar a ajuda estrangeira na região.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Estado Islâmico mata 80 pessoas que não aceitaram se tornar muçulmanos

O ataque fez com que os Estados Unidos bombardeassem a região para conter os jihadistas

EI mata 80 pessoas que não aceitaram se tornar muçulmanos
Os jihadistas do Estado Islâmico continuam aterrorizando a vida dos não muçulmanos no Iraque. De acordo com a agência EFE, 80 pessoas foram mortas recentemente por não aceitarem se converter à religião.

As vítimas eram homens que viviam na aldeia de Kawju, perto da cidade de Sinyar. Testemunhas curdas afirmam que os militantes extremistas estavam em vários carros e cercaram os yazidis.

De acordo com o Diário de Notícias, os homens foram capturados e levados até o xeique tribal Ahmed Yasua sob a seguinte ameaça: ou se convertem ao islã ou morrem. Diante da recusa, os 80 homens foram mortos pelos militantes do EI.

Na semana passada algo semelhante aconteceu com 77 pessoas, sendo 33 delas mulheres e uma criança. Ao negarem trocar de religião, os yazidis foram mortos pelos jihadistas que estão tomando conta do país.

Dessa vez a atitude dos militantes poupou mulheres e crianças que foram levados para um lugar desconhecido, segundo a EFE. Nesse local devem estar escondidas cerca de 500 pessoas.
O relato desse massacre fez com que os Estados Unidos levassem suas tropas até a região e bombardeassem a área a fim de impedir que os jihadistas do EI continuem matando civis.

Um drone (dispositivo telecomandado) conseguiu destruir dois veículos do Estado Islâmico e os caças-bombardeios lançaram ainda bombas contra os militantes na cidade de Mossul, sendo este um dos maiores ataques já registrado desde a autorização da ação militar americana no país.

Fonte: Gospel Prime

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