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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Malafaia critica postura de Dilma na entrevista ao Jornal Nacional

O pastor evangélico acompanhou e comentou o programa discutindo nas redes sociais.

Malafaia critica postura de Dilma na entrevista ao Jornal Nacional
Nesta segunda-feira (18) os apresentadores do Jornal Nacional Patrícia Poeta e William Bonner entrevistaram a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT.

A entrevista foi bastante comentada pelas redes sociais, e o pastor Silas Malafaia acompanhou pela TV e emitiu diversos comentários contra o governo do PT em seu Twitter, se mostrando insatisfeito com a atual presidente.

William Bonner chegou a citar durante a entrevista sobre a condenação dos principais nomes do Partido dos Trabalhadores que foram condenados no Supremo Tribunal Federal por participarem do maior escândalo de corrupção da história do país.

Dilma preferiu não responder o que achava da condenação dizendo apenas que como presidente tem que respeitar as decisões tomadas pelos chefes dos demais poderes da república (Judiciário ou Legislativo).

Malafaia não gostou da resposta vaga da presidente e reclamou no Twitter. “Como Dilma pode ser reeleita sem condenar os ladrões do PT que participaram da maior roubalheira da história política do Brasil. Nunca!”, escreveu.

Recebendo diversas mensagens de apoio e de críticas, Malafaia voltou a citar sobre as investigações que a Receita Federal fez na Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) e na Associação Vitória em Cristo (AVEC) que são presididas por ele. O pastor assembleiano garante que as investigações foram realizadas a mando do PT que tem usado órgãos federais para pressionar seus inimigos.

“Não encontraram nada porque não sou ladrão como eles. Os heróis do PT são os maiores corruptos do Brasil. Grande parte da cúpula do PT está na cadeia pela maior roubalheira da história política do Brasil Dilma não condena esses bandidos”.

Essa não é a primeira vez que o pastor Silas Malafaia fala contra o PT e o governo de Dilma Rousseff. No programa Vitória em Cristo que ele exibiu os documentos sobre as investigações da Receita Federal ele fez declarações parecidas e ainda pediu que o órgão investigasse o filho do ex-presidente Lula.

“Eu não tenho ódio do PT, tenho convicção de que não serei enganado nunca mais. Eles são contra meus princípios. É só ver o programa do partido”, disse Malafaia nesta terça-feira (19) também pelo Twitter.

Assista:


Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Menorá do Templo de Salomão estaria escondida no Vaticano

Estudiosos divergem sobre a veracidade das informações

Arco de Tito.
Existem muitas lendas relacionadas com o templo construído por Salomão segundo a direção de Deus e sua versão ampliada, obra de Herodes, que governava a Judeia na época de Cristo. O assunto voltou a ser amplamente debatido após o sucesso do filme “Os Caçadores da Arca Perdida” na década de 1980.

Ao longo de quase 2.000 anos, diferentes histórias sugerem os prováveis destinos dos objetos judaicos sagrados que foram pilhados do Templo pelo general romano Tito no ano 70. A peça mais vistosa era uma Menorá de ouro maciço com o tamanho aproximado de um homem.

Uma das teorias mais amplamente divulgadas entre grupos judeus é que esses artefatos estão escondidos dentro do Vaticano, que teria herdado muito da riqueza do Império Romano. Há apenas um problema, dizem os estudiosos: Isso não é verdade.

Steven Fine, professor de história judaica na Universidade Yeshiva, dedicou as últimas duas décadas desmentindo essas histórias. Escreveu inclusive um livro sobre o assunto, que deve lançar em breve. Nos últimos meses, mais um capítulo dessa teoria foi acrescentado. No final de maio, Fine tomou conhecimento de uma carta aberta de Yonatan Shtencel, um dos mais influentes rabinos de Israel, ao então presidente Shimon Peres. Nele, havia o pedido para que Peres pedisse formalmente ao Vaticano para devolver a Menorá.

De modo oficial, o assunto não foi levantado por Peres e sua comitiva na visita do papa Francisco a três meses atrás. Mas Shimon Shetreet, ex-ministro israelense de Assuntos Religiosos, veio a público dizer que falou sobre os artefatos durante um encontro com o Papa João Paulo II, em 1996. Também pediu uma posição do secretário de Estado do Vaticano na época, mas jamais obteve resposta.

Na verdade, o Vaticano respondeu formalmente ao The Wall Street Journal, negando tais acusações. “Eu já tinha ouvido uma vez rumores sobre a tal história. Mas nunca pensei que fosse algo digno de atenção”, disse Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano.

Paolo Liverani, professor da Universidade de Florença, afirma que recebia cartas todos os anos perguntando sobre a Menorá, quando trabalhava como curador no museu do Vaticano, mas afirma que jamais viu os artefatos sagrados no acervo do Vaticano.

O fundamento para acusar o Vaticano de estar com a Menorá é bastante frágil. Existe um monumento antigo, bastante conhecido, chamado “o Arco de Tito”. Ele mostra um desfile que ocorreu nas ruas de Roma no ano 71, em comemoração à vitória do exército do general em Jerusalém. Nele pode ser visto claramente a Menorá sagrada sendo carregada.

“Ninguém pode negar que eles foram levados para Roma”, enfatiza Shetreet. “A questão é o que aconteceu depois. O assunto se encaixa mais na categoria de lendas e rumores”.

Estudiosos dizem que a ideia de que o Vaticano poderia estar com peças do Templo surgiu durante as décadas de 1950 e 60, quando a Santa Sé procurava melhorar suas relações com os judeus. Especialmente por causa de eventos ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial.

“Há milhares de manuscritos e antiguidades perdidas”, disse o professor Lawrence Schiffman, diretor do Instituto Mundial de Pesquisa Avançada em Estudos Judaicos da Universidade de Nova York. “Muitos são reais, mas essa do Vaticano não é”, ressalta. Para ele, não há evidências históricas concretas.

Embora o Arco de Tito e antigas fontes rabínicas confirmem que peças do Templo foram para Roma, isso não significa que acabaram em algum depósito do Vaticano, instituição que seria fundada séculos mais tarde.

Existem várias outras versões para o destino final do Menorá, pois a restauração do Templo está relacionada com a vinda do Messias segundo a tradição judaica. Alguns estudiosos apontam que ele estaria escondido em uma caverna na Galileia; outros dizem que está submerso na lama sob o rio Tibre, em Roma, um grupo afirma ainda que ele está enterrado sob um mosteiro na Cisjordânia.

É Inegável o fato que o Terceiro Templo tem recebido muita atenção nos últimos anos, possivelmente desde a formação do Estado de Israel (em 1948) não se falava tanto no assunto. Disposto a não esperar pela recuperação da Menorá original, o Instituto do Templo tem investido na formação dos levitas e já fez todas as peças necessárias para seu interior, seguindo rigorosamente as indicações bíblicas. No momento, estão inclusive arrecadando fundos para sua construção.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 16 de agosto de 2014

Deus mudou de ideia quanto a nunca mais destruir o mundo de novo?

"E o Senhor sentiu o suave cheiro, e o Senhor disse em seu coração: Não tornarei mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do homem é má desde a sua meninice, nem tornarei mais a ferir todo o vivente, como fiz."
(Gênesis 8:21)

De acordo com este versículo, depois do dilúvio, Deus prometeu: "... nem tomarei a ferir todo vivente, como fiz". Entretanto, Pedro prediz que haverá um dia em que "os céus passarão com estrepitoso estrondo e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas" (2 Pe 3:10).

Depois do dilúvio, Deus somente prometeu nunca mais destruir o mundo da mesma maneira como Ele tinha feito (Gn 9:11), ou seja, com água. O arco-íris é um símbolo perpétuo dessa promessa. A segunda destruição do mundo será com fogo, e não com água. O que vai acontecer é que "os elementos se desfarão abrasados" (2 Pe 3:10). Mesmo assim, naquele dia Deus não vai destruir todos os seres viventes. Os homens serão salvos em seus corpos físicos ressurretos
e imperecíveis (1 Co 15:42).

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Projeto lança “Bíblia indestrutível”

Forever Bible pretende ser a única Bíblia que alguém precisa comprar na vida

Projeto lança "Bíblia indestrutível"
Toda Bíblia um dia chega ao fim. Existem cerca de seis bilhões de cópias em circulação no mundo e todas estão com os dias contados! Esse é o argumento principal dos criadores da Forever Bible [Bíblia que dura para sempre]. Seus criadores afirmam que ela é resistente à sujeira, desgastes, rasgões e à prova de água. Porém, não é à prova de fogo.

Conforme seus idealizadores, é uma “Bíblia para a vida toda” que “literalmente anda sobre as águas”. Usando uma tecnologia inovadora, é impressa em um tipo de papel que não vem das árvores. Elaborada com nanotecnologia, é cerca de 24 vezes mais resistente que o papel “comum”, pode se escrever nela, sendo tão leve quanto qualquer outra Bíblia do mesmo tamanho.

Lançada através do sistema de arrecadação crowdfounding, sua página no Kickstarter arrecadou milhares de dólares em poucos dias, mostrando que pode ser um sucesso de vendas. Infelizmente, a Sociedade Bíblica Americana está tentando impedir sua venda, alegando que eles não têm autorização para imprimir exemplares com o texto Sagrado.


Segundo a página oficial, a Bíblia pode ser encomendada com três projetos de capa diferentes. Por enquanto está disponível só em inglês, nas versões King James (KJV), New International Version (NIV) e English Standard Version (ESV). O maior argumento para vendas é que muitas vezes a Bíblia pessoal fica exposta a acidentes, como o derramar de refrigerante, suco, café, sorvete ou molhar por causa de uma chuva ou ao cair em piscina.


Os preços variam entre 40 e 60 dólares e uma nota oficial no site explica que o projeto tem uma proposta missionária. A cada exemplar vendido, uma Bíblia será doada a um campo missionário onde evangelistas estão expostos a dificuldades e precisam de uma Bíblia mais resistente. A nota diz ainda que o objetivo não é o lucro, “só queremos espalhar a Palavra de Deus”, finaliza o material assinado por The Forever Team. Com informações de The Blaze e Christian Today

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Morre Eduardo Campos; Marina Silva pode ser oficializada candidata

Brasil poderá ter dois evangélicos concorrendo a presidente

Morre Eduardo Campos, Marina pode ser 
oficializada candidata
O acidente aéreo que vitimou o candidato Eduardo Campos (PSB), 49 anos, na manhã desta quarta-feira (13) pode mudar o quadro da corrida presidencial de 2014. Marina Silva, é vice na chapa, sendo a sucessora natural.

Em terceiro lugar nas pesquisas, com cerca de 9%, Campos procurava associar sua imagem a de Marina, que fez cerca de 20 milhões de votos em 2010. Ela não estava a bordo do avião modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, que vinha do Rio de Janeiro e caiu em Santos. Segundo as agências de notícias, foram pelo menos cinco mortos. Além do candidato e assessores da campanha havia dois pilotos a bordo.

De família tradicionalmente envolvida na política, Campos foi governador de Pernambuco. Casado com a economista e auditora do Tribunal de Contas do Estado Renata Campos, deixa quatro filhos: Maria Eduarda, João Henrique, Pedro Henrique e José Henrique.

Marina Silva ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. Professora de História, Missionária da Assembleia de Deus e ex-senadora pelo Acre, Marina saiu do PT, foi para o PV e tentava a regulamentação do seu novo partido, Rede Sustentabilidade. Ao ter o registro negado pelo STF, aliou-se ao PSB de Campos.

Local onde caiu o avião de Eduardo Campos, no bairro Boqueirão, em Santos
Essa relação custou um desgaste a ela. Durante as primeiras tratativas ocorreu um “bate-boca” entre Marina e um de seus mais antigos aliados, o deputado federal Alfredo Sirkis (PV-RJ). Diante de vários questionamentos sobre a linha do partido Rede Sustentabilidade, que ele a ajudaria a fundar, Sirkis afirmou que havia entre seus quadros “pessoas progressistas, de extrema esquerda e também “evangélicos de direita”.

Ao ouvir isso, Marina rebateu: “Quem é evangélica aqui sou eu. Então sou de direita?” Ou seja, diante dos presentes ficou claro que a ex-senadora não gosta de ser chamada assim.

O historiador Zózimo Trabuco, que está escrevendo uma tese de doutorado na UFRJ com o título: “A expressão política da esperança: Protestantismos, esquerdas e transição democrática.” Seu argumento central é que os evangélicos vivem uma ambiguidade política. “Durante a ditadura e no processo de redemocratização, por serem religiosos, eles eram chamados de burgueses pela esquerda. E, na igreja, eram considerados subversivos por defenderem as esquerdas”, acredita.

Hoje em dia, as pautas mais debatidas pelos políticos evangélicos “de esquerda” mudaram. Atualmente “são defensores das minorias e apoiam a legalização do aborto, o uso de métodos contraceptivos e o casamento gay. Há um grupo de cristãos que participa inclusive da Marcha das Vadias”, aponta Zózimo.

Por outro lado, a ex-senadora Marina Silva tem posturas mais próximas da chamada “bancada evangélica”. Para o historiador, “Há uma certa pressão por verem nela a chance de o Brasil ter um presidente evangélico”. Embora ela sempre tenha militado em movimentos de esquerda, as bases evangélicas que se aproximaram de Marina são conservadoras...

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 12 de agosto de 2014

O dilúvio teve a duração de quarenta ou de cento e cinqüenta dias?

"E prevaleceram as águas sobre a terra cento e cinqüenta dias."
(Gênesis 7:24)

Segundo Gênesis 7:24 (e 8:3), as águas do dilúvio permaneceram durante 150 dias. Mas outros versículos nos dizem que foram apenas quarenta dias de dilúvio (Gn 7:4,12,17).

Qual é o correto?

Estes números referem-se a coisas diferentes. Quarenta dias foi o tempo em que "houve copiosa chuva" (7:12), e 150 dias foi o tempo em que as águas do dilúvio "predominaram" (cf. 7:24).

Ao fim dos 150 dias, "as águas iam-se escoando" (8:3). Não foi senão após o quinto mês depois do início da chuva que a arca repousou no monte Ararate (8:4). Então, onze meses depois do início das chuvas, as águas secaram-se (7:11; 8:13). E exatamente um ano e dez dias depois do início do dilúvio, Noé e sua família saíram da arca e pisaram em solo seco (7:11; 8:14).

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

“A mão de Deus enviou os mísseis para o mar”, afirma oficial israelense

Surgem mais testemunhos de milagres durante a guerra em Israel

"A mão de Deus enviou mísseis para o mar", afirma israelense
O sistema de defesa antimísseis de Israel, conhecido como “Domo de Ferro”, é o maior responsável pelo pequeno número de judeus mortos na guerra com o Hamas. Ele é acionado para interceptar foguetes toda vez que são lançados a partir de Gaza.

Contudo, ele pode falhar. Um dos oficiais israelenses encarregados de operar uma das unidades do sistema antimísseis, relata que testemunhou pessoalmente “a mão de Deus” desviando um míssil para o mar.

O site Israel Today traduziu a matéria do Kooker, popular site de notícias de língua hebraica, onde um oficial, que preferiu não revelar o nome por questões de segurança, contou como o Domo de Ferro falhou. Ao tentar interceptar um foguete lançado contra a capital Tel Aviv, na semana passada, foram três falhas seguidas.

O comandante relata que um míssil foi disparado a partir de Gaza. “O Domo calcula precisamente sua trajetória. Ele avisa onde esses mísseis irão cair com uma precisão que pode chegar a 200 metros. Este míssil em específico iria atingir as Torres Azrieli, o Kirya [comando do Exército de Israel], ou a estação ferroviária central de Tel Aviv. Centenas poderiam morrer”.

Então ocorreu algo inesperado. “Nós disparamos o primeiro foguete [interceptador]. Erramos. Depois o segundo, que também errou. Isto é muito raro. Eu estava em choque. Àquela altura tínhamos apenas quatro segundos, até que o míssil caísse em terra. Já havíamos notificado os serviços de emergência para se deslocarem até o local de destino e avisamos sobre a possibilidade de termos muitas vítimas”.

O oficial estava esperando pelo pior quando de repente, o Domo (que calcula a velocidade do vento) mostrou que começou a soprar um grande vento vindo do leste. “Esse vento forte… desviou o míssil para o mar. Ficamos todos atordoados. Levantei-me e gritou: “Deus existe!” Testemunhei este milagre com os meus próprios olhos. Eu vi a mão de Deus enviar mísseis para o mar”, comemora.

Embora esse tipo de notícia não seja divulgado pela grande mídia, parece com uma manchete recente do jornal Jewish Telegraph, que foi muito comentada nas redes sociais. “O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes”, dizia a capa da edição de 18 de julho do periódico.

Existem outros relatos similares. O jornal Times of Israel contou como um alto oficial do exército de Israel disse que milagres divinos protegeram seus soldados durante os combates na Faixa de Gaza.

Coronel Ofer Winter, comandante Brigada Givati​, ​relatou que nunca tinha visto nada similar em sua carreira militar. Durante um ataque programado para ocorrer antes do amanhecer acabou atrasando, o que obrigou os soldados a avançarem enquanto o nascer do sol se aproximava. Sua missão era destruir os túneis na fronteira da Faixa de Gaza, usados para trazer armas para o Hamas.

Preocupado que suas tropas fossem facilmente avistadas pelo inimigo, Winter disse que um forte nevoeiro desceu rapidamente, encobrindo os soldados até que sua missão foi cumprida. “De repente, uma nuvem nos protegeu”, lembrando que a Bíblia fala sobre uma nuvem que guiou os antigos israelitas enquanto vagavam no deserto.

Winter esclarece que não foi uma coincidência, pois o nevoeiro só dispersou quando os soldados estavam em uma posição segura. “Realmente foi um cumprimento do texto “Pois o Senhor vosso Deus é o que vai convosco, a pelejar contra os vossos inimigos, para salvar-vos”, disse ele, citando Deuteronômio 20: 4.

O experiente militar finalizou afirmando: “Quando uma pessoa está numa situação em que corre risco de vida, ele se conecta com suas mais profundas verdades internas. Quando isso acontece, até mesmo o maior ateu encontra Deus. Meus soldados viram tantos milagres nesses dias que é difícil dizer que não acreditam [em Deus]”. Com informações WND.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 9 de agosto de 2014

Jihad: Conflito em Israel é apenas parte de plano internacional

A jihad cresce no mundo, causando preocupação geopolítica

Conflito em Israel é apenas parte de plano internacional
O Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos, ensina sobre a jihad (guerra santa). Embora haja uma série de divergências dentro do próprio Islamismo, a Surata 9-29 diz claramente: “Combatei aqueles que não creem em Alá e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Alá e seu mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya”.

Esse combate aos que “não creem em Alá” muitas vezes é a justificativa para a morte de judeus e cristãos. Desde os ataques de 11 de setembro de 2001, o mundo passou a olhar de maneira diferente para os ataques feitos por muçulmanos em nome da religião. Existem sites especializados, como o Jihad Watch (versão em português) que mantém um registro mensal com a contabilidade do número de pessoas mortas e feridas.

O site Religion of Peace apresenta um relatório minucioso de todos esses ataques. Somente nos últimos 3 meses foram mais de 6 mil mortos e mais 6 mil gravemente feridos.

Quem assiste aos noticiários e lê os jornais regularmente talvez tenha dificuldade em entender como atentados na África, no Oriente Médio e no sul da Ásia possam estar ligados. Todo o espaço dado pela mídia ao conflito entre Israel e as tropas do Hamas em Gaza é só uma parte deste plano internacional que se desenrola todos os dias.

No momento existem, por exemplo, 11 grupos que reivindicam a criação de estados teocráticos islâmicos, em nome da retomada de um califado universal. Alguns sequer são conhecidos pelo grande público. Outros como o Estado Islâmico (ex-ISIS) vem ganhando força a cada dia.

Existe uma crescente preocupação de várias nações europeias com a expansão do jihadismo no Norte da África, onde a “explosão de violência” tem gerado um abalo na situação geopolítica.

O mapa abaixo, que foi elaborado pelo jornal espanhol LaVanguardia mostra um aumento no número de células jihadistas em países do Magreb. A área em vermelho destaca as regiões sob influência dos grandes grupos jihadistas, que se estende do Atlântico ao Índico e visam impor uma visão fundamentalista do Islã no mundo.

Os círculos representam o número de pessoas mortas em conflitos nacionais principalmente por grupos paramilitares que desejam dividir as nações ou tomar o controle político. Nesses casos, defendem a imposição da sharia (lei religiosa muçulmana) acima das leis do país.

Existem 11 grupos que operam em todas estas áreas, visando a criação de estados teocráticos islâmicos para a criação de um califado universal. Suas marcas são o sequestro, o tráfico de armas e o de seres humanos. Alguns são facções pequenas, mas a maioria está ligada de uma forma ou de outra à Al Qaeda, que mesmo após a morte de Osama Bin Laden ainda controla boa parte das ações terroristas no mundo.


As constantes mudanças em países como o Egito mostram como esse movimento é dinâmico, por vezes alternando períodos de paz e democracia com épocas onde o conflito armado é o caminho mais comum. O grupo Ansar Al Sharia atua na área que compreende a fronteira norte entre a Argélia e a Tunísia, e no nordeste da Líbia.

Na África central, especialmente na Nigéria, o Boko Haram, opera desde 2002, sem distinguir entre alvos civis e militares. Suas ações terroristas já deixaram mais de 12.000 mortos e 8.000 feridos, a grande maioria cristãos. Recentemente chamaram a atenção do mundo por terem capturados centenas de meninas que frequentavam uma escola e as venderam. Na África Oriental, ocupando parte da Somália e uma pequena porção do Quênia, atua o Al Shabab, grupo extremista cuja ação tem recebido maior repercussão depois do ataque a um shopping center.

Um dos grupos que atua mais fortemente no Oriente Médio é o Estado Islâmico (antigo ISIS), que se aproveitou da instabilidade na Síria e da retirada de tropas americanas do Iraque para espalhar terror, com requintes de crueldade que incluem decapitações e crucificações.

Após escolherem seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, como o novo califa que irá unir todos os países que já pertenceram ao Império Otomano, anunciaram a expansão de sua atuação para Jordânia, Israel, Palestina, Líbano, Kuwait, Turquia e Chipre, e ameaçaram Espanha e Itália.

Na porção sul da Península Arábica opera a Al Qaeda original, cujo atual líder é Nasir al Wuhaishi. Dali controla também o conhecido Talibã, que opera no Afeganistão e no vizinho Paquistão.

Indo para Ásia vê-se a ação da Yamaa Islamiya e do Abu Sayyaf, especialmente nas Filipinas e na Malásia.Com informações de Forum Libertas

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Grupo judeu começa arrecadação para construção do Terceiro Templo

Instituto do Templo propõe campanha online para reconstruir o templo bíblico

Começa arrecadação para construção do Terceiro Templo
Mesmo em meio a guerra atual com o Hamas em Gaza, os membros do Instituto do Templo continuam com sua campanha mundial pela reconstrução do Beit HaMikdash (Templo Sagrado), também chamado de Terceiro Templo.

Ele recebe esse nome por que o original, edificado por Salomão, terminado em cerca de 950 a.C. foi destruído na invasão babilônica em 586 a.C., sendo substituído pelo Templo construído pelo governador Herodes, que estava em pé nos dias de Jesus, e foi demolido no ano 70 pelo exército romano.

No ano passado, o movimento pela reconstrução ganhou novo fôlego, quando foram retomados os sacrifícios rituais no local, depois novos sacerdotes levitas foram treinados pelos rabinos para recomeçar os rituais descritos no Antigo Testamento, incluindo os que exigem a novilha vermelha. Por fim, anunciou-se que todas as 102 peças do interior do templo estão prontas, incluindo o véu de separação do Santo dos Santos.

A única peça faltante é a arca da aliança, que os rabinos acreditam estar enterrada no monte do Templo e que poderia ser recuperada assim que Israel retomar controle do local.

Nos últimos 30 dias o mundo tem pedido paz para Israel e o Instituto do Templo lançou uma campanha de arrecadação online, onde qualquer pessoa pode contribuir com a solução definitiva para o conflito segundo eles. Mas a solução proposta não irá agradar os muçulmanos, pois se trata de mais uma etapa da reconstrução do Templo.

Na página do projeto no site IndieGoGo, o texto de apresentação diz que a partir de 18 dólares [cerca de R$ 40] é possível colaborar com o projeto de reconstrução do Templo, que irá inaugurar “uma nova era de harmonia e paz universal”. Usando a premissa de que o local mais sagrado para os judeus foi concebido pelo próprio Deus, afirma “Não é o suficiente esperar e orar pelo Terceiro Templo. É uma obrigação bíblica construí-lo”.

O projeto arquitetônico já existe e mescla a revelação dos textos sagrados com a tecnologia moderna. O novo Templo será totalmente informatizado, contando com estacionamento subterrâneo, controle de temperatura, elevadores, docas para transporte público, acesso para cadeirantes e outras comodidades.

O Instituto do Templo garante que seus arquitetos são estudiosos da Torá e “irão garantir que tudo seja construído com os mais altos padrões modernos, seguindo as leis judaicas”. O alvo da arrecadação do IndieGoGo é de 100 mil dólares, sendo que 30 mil irão para o Sinédrio (Lishkat HaGazit). Obviamente o custo total é muito maior, mas a intenção do Instituto do Templo é abrir a oportunidade para pessoas de todo mundo contribuírem.

Um vídeo em 3D mostrando os projetos arquitetônicos foi divulgado, o qual dá uma visão do aspecto do templo num cenário onde o Domo da Rocha, sagrado para os muçulmanos, já não existe mais.


Os criadores da campanha esclarecem que a construção do Templo não será realizada com o uso de violência e que seu acesso não será restrito apenas a grupos judaicos, mas seguirá o plano original, sendo uma casa de oração para todos os povos da Terra. Afirmam ainda que “Conforme foi previsto pelos profetas, o Templo Sagrado representa a santidade da vida humana e da paz e será o centro de uma peregrinação inspiradora para todas as pessoas”.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Jornalistas estrangeiros denunciam como o Hamas está enganando a mídia

Imprensa de vários países mostra que uso de “escudos humanos” é comum em Gaza

Jornalistas denunciam como o Hamas está enganando a mídia
Desde o início dos conflitos entre Israel e Gaza, há cerca de um mês, a mídia internacional vem fazendo cobertura dos ataques e quase sempre apresenta os palestinos como vítimas de um “genocídio”.

É verdade que mais de mil pessoas que vivem na Faixa de Gaza já morreram, incluindo pelo menos 300 crianças. Além de um número não especificado de feridos. Um dos incidentes com mais repercussão foi o ataque das Forças de Defesa ao hospital Al-Shifa, em 28 de julho.

Ali o Hamas escondia um lançador de foguetes e disparava contra Israel. Um míssil iraniano Fajr, de longo alcance, acabou explodindo na hora do disparo, destruindo boa parte do hospital e matando 10 crianças, além de deixar 30 pessoas feridas. Embora o Hamas atribua as mortes a um ataque de Israel, o jornalista italiano Gabriele Barbati conseguiu fotografar soldados palestinos limpando o local das evidências que poderiam mostrar ao mundo que é verdade o que Israel tem dito sobre a tática usadas pelos terroristas do Hamas diante da imprensa mundial.

O jornalista italiano cobriu a guerra diretamente de Gaza por alguns dias e decidiu denunciar o que viu no hospital e também nos escombros de um suposto ataque ao “campo de refugiados” Al-Shati. De maneira semelhante, um lançamento mal sucedido de um foguete escondido no local matou e feriu vários civis, incluindo nove crianças.

As denúncias de Barbati e de outros jornalistas estrangeiros são que o grupo palestino está usando escudos humanos e aumentando artificialmente o número de vítimas civis para ganhar a “guerra da propaganda”. Uma reportagem do jornal The Washington Post mostrava a parte subterrânea do Al-Shifa, que se tornou “o quartel general dos líderes do Hamas, que podem ser vistos nos corredores e escritórios”. O jornal francês Libération também publicou denúncias de seu colaborador Radjaa Abou Dagga, sobre como foi ameaçado pelo Hamas a não escrever sobre o foguete palestino que explodiu dentro do hospital Al-Shifa.

Israel vem fazendo uma série de denúncias nesse sentido, divulgando inclusive vídeos onde mostram que apesar de ligarem e soltarem panfletos para avisar para os palestinos saírem de casa antes dos ataques, eles são proibidos pelos soldados do Hamas. Dessa forma, todos esses civis acabam servindo como “escudos humanos”.

Logo no início da guerra, o jornal “Jerusalém Post” mostrou como Hamas usa hospitais, mesquitas e parques infantis para lançar seus foguetes. Além de fazer disparos desses locais, os militantes construíram sob eles túneis e centros de comando.


As Forças Armadas israelenses divulgaram dois vídeos importantes nos últimos dias. Um deles mostra imagens captadas por um drone que mostra 12 lançamentos de foguetes a partir de áreas civis na Faixa de Gaza. O outro é uma mesquita que foi destruída por Israel e servia como depósito de armas pesadas.


Além disso, a agência da ONU para os refugiados palestinos, divulgou a existência de foguetes em três de suas escolas, que estavam vazias. Foram divulgados vídeos mostrando o lançamento de três foguetes a partir de uma escola em Gaza.

Embora condene Israel, a Anistia Internacional já documentou em conflitos anteriores, o uso de instalações civis como depósito de armas e como eram usadas para o lançamento de foguetes palestinos contra alvos civis israelenses. Com informações Jewish Press, O Globo e Carta Capital.

Fonte: Gospel Prime

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