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sábado, 2 de junho de 2012

As Testemunhas de Jeová

Quem nunca ouviu falar desta seita?

Fundada em 1881 por Charles Taze Russell, nascido na Pensilvânia, nos Estados Unidos em 1852, vindo ele a falecer em 1916. Esta organização, é de fato classificada como uma seita porque dentre seus principais erros doutrinários, nega a divindade de Cristo, a qual é claramente declarada nas Escrituras (leia Tito 2:13; I Jo. 5:20; Jo. 20:28), entre outras doutrinas básicas do cristianismo.

Ao negar as doutrinas cristãs básicas, podemos inclusive fazer esta pergunta? Seriam as TJ's cristãos? Por certo que não.

Seu crisador foi criado dentro de uma Igreja Presbiteriana, se tornando logo em seguida membro da Igreja Congregacional, para depois ingressar no adventismo, abandonando-o depois. Taze iniciou o seu movimento em 1874, chamando-o de "Religião Organizada", e escreveu uma volumosa obra contendo 7 volumes com o título de "Estudo das Escrituras" , obra que por sinal, foi bastante divulgada na época. Principalmente para sua época, teve um comportamento um tanto dúbio. Contraiu núpcias em 1879. Teve que comparecer várias vezes aos tribunais, inclusive por ações movidas por sua própria esposa, após a situação se tornar intolerável. A esposa após suportar um período de maus tratos e opressão por parte de Taze, acabou por abandoná-lo em 1897, divorciando-se em 1913, alegando vida libertina.

As idéias de Russell e Rutherford
Russell frequentemente, censurava as igrejas e seus líderes, acusando-os de porta-vozes do engano e instrumentos do diabo. Após lançar a sua obra "Estudo das Escrituras", obra esta que seria para preparar os seus discípulos, afirmou que seria melhor ler esta obra do que ler a própria Bíblia sozinha. Porém, mais tarde ele mesmo classificou de "imaturos" alguns de seus primeiros escritos. Viu-se em apuros com a justiça por várias vezes por causa de escândalos financeiros.

Após a sua morte em 9 de novembro de 1916, Charles T. Russell foi substituído por Joseph Franklin Rutherford, um advogado e juiz, que passou a liderar a seita, deixando a direção da mesma apenas no ano de sua morte, em 1942. Rutherford acabou por superar seu antecessor como diretor integrante da seita. Logo no início de sua administração, fundou a revista "Despertai", com uma tiragem mensal que superou a casa dos milhões de exemplares. Esteve várias vezes na cadeia acusado de "atividades antiamericanas", no início da participação dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial. Isso fez com que Rutherford e seus seguidores se opusessem com maior intensidade ainda ao que chamavam de "organização do diabo" (forma de tratamento dispensada a qualquer opositor político ou religioso de suas doutrinas).

Aos 72 anos, no dia 8 de janeiro de 1942, Rutherford junta-se ao seu antecessor, e morre. Mas como toda organização necessita de um líder, alguém deveria tomar o lugar de Rutherford, por isso, outro homem é levantado em seu lugar, seu nome, Nathan H. Knorr.

Nathan H. Knorr
Com a morte de Rutherford, Knorr assume o seu posto na seita. Logo no início de seu mandato, escreveu um ensaio com o título: "Testemunhas de Jeová nos Tempos Modernos", que continha a seguinte afirmação: "Deus Jeová é o organizador de suas testemunhas sobre a terra", e declara que o nome da seita vem da passagem que está em Isaías 43:10: "Vós sois minhas testemunhas, diz Jeová".

Propagando as ideias

As TJ's demonstram um zelo muito grande em propagar as suas idéias doutrinárias, dedicando-se ao máximo às vendas de suas literaturas de porta em porta. Além desta dedicação, quase todos dão a sua contribuição na ideia de propagar suas doutrinas. W.J. Schenell, uma ex-testemunha de Jeová, diz que as TJ's vivem sob constantes pressões e com um certo medo de seus líderes. Por exemplo: se não venderem suficiente literatura, serão rebaixados à classe de "maus servos", ou "servos inúteis".

O crescimento da seita


Um documento anual das igrejas nos EUA em 1949 afirmou: "TJ's tem grupos em quase todas as cidades dos EUA, bem como em outras partes do mundo, com o propósito de estudar a Bíblia. Não fazem relatórios de seus membros, nem anotam a assistência às reuniões. Reúnem-se em salões alugados e não constroem templos para o seu próprio uso". Uma das maiores práticas de seus adeptos é buscar alcançar pessoas já membros de igrejas evangélicas, procurando por em dúvida seus preceitos por meio de ensinos subversivos. Enviam seus adeptos para o campo missionário fora de seus países, e, às vezes, entram em conflito com as autoridades locais.

Sobre a doutrina da Tri-Unidade


Este ensino cristão é um dos que mais sofrem ataque por parte dos TJ's. Os seus livros estão repletos de ensinos que combatem a Tri-Unidade de Deus. Veja esta afirmação de um dos seus ensinos: "satanás deu origem à doutrina da Trindade" (Seja Deus verdadeiro, p. 81). Tertuliano de Cartago, para os russelitas, outro nome para os TJ's, teria inventado a doutrina da Trindade. Para eles esta doutrina é uma herdade do paganismo egípcio e babilônico, citando que "Ninrode casou-se com sua mãe Semíramis, se tornando seu próprio pai e filho ao mesmo tempo. Aqui está a origem deste ensino." (Russell, Estudo das Escrituras).

Porém este conceito é muito inconsistente e tendencioso, seria como dizer que Isaac Newton inventou a lei da gravidade no lugar de esclarecê-la. Outra explicação para isto seria lembrarmos de Martinho Lutero que defendeu a doutrina da justificação pela fé e o sacerdócio universal dos crentes, ele não as inventou, apenas as ensinou. É evidente, portanto, que a palavra Trindade não se encontra na Bíblia, como também não poderemos ler em parte alguma da mesma expressões como "testemunhas de Jeová" ou até mesmo "salão do reino". Vale lembrar que em Atos 1:8 que o Senhor Jesus disse que seríamos testemunhas d'Ele. Temos que ter em mente que descobrir a verdade não é a mesma coisa que inventá-la. A verdade se descobre.

Quando um cristão usa a palavra Trindade para um não-cristão, geralmente transmite um conceito de pluralidade de deuses, e muitos não-cristãos entendem assim, por isso usar o vocábulo Tri-Unidade seria melhor, mostrando que Deus é um só, ao mesmo tempo que consiste em três pessoas. Isso de maneira alguma quer dizer crença em três "deuses", antes mostra um conceito que está de acordo com os ensinos da lei e dos profetas. Apesar de ser algo além de nossa total compreensão, é a posição da Bíblia, sendo assim, temos que aceitá-la. Poderíamos citar o Shema do AT, passagem que se encontra em Deuteronômio 6:4-5 que diz: "Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR (Echad)
Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças."  Echad em hebraico é um substantivo que demonstra uma unidade composta, enquanto a palavra para designar unidade absoluta é yachid. Citei este fato apenas para não restar dúvidas sobre o assunto, que poderemos retomar em outra postagem.

A Tri-Unidade está presente na Bíblia desde a criação:
  1. Gen. 1:1-3, no versículo 1 vemos Deus criando; no 2 o Espírito pairando; e no 3 o Verbo, a Palavra falada criando.
  2. Gen. 1:26, na criação do homem.
  3. Gen. 3:22, conclusão divina quanto à capacidade do conhecimento do homem a respeito do bem e do mal.
  4. Gen. 11:7, confusão das línguas, em Babel.
  5. Is. 6:8, visão e chamamento de Isaías. Chamo a atenção para um detalhe, aqui Isaías disse que viu o Senhor e ele ouviu o Senhor; em João 12:41 É DITO QUE ISAÍAS VIU A SUA GLÓRIA E FALOU DELE (dele quem? R. Jesus segundo João 12:41). At. 28:24-27.
  6. Mat. 28:19, na grande comissão de Jesus.
  7. II Cor. 13:13, na bênção apostólica.
  8. Ef. 4:4-6, na descrição de Paulo na unidade da fé.
Entre estas e outras referências, tanto no A.T. como no N.T., títulos divinos são atribuídos às três pessoas da Tri-Unidade; a) a respeito do Pai (Êx. 20:2); b) a respeito do Filho (Jo. 20:28); c) a respeito do Espírito Santo (At. 5:3-4). Cada Pessoa da Tri-Unidade é descrita na Bíblia, como :
  • Onipresente
  • Onipotente
  • Onisciente
  • Criador
  • Eterno
  • Santo
  • Santificador
  • Fonte de Vida
  • Mestre
  • Ressuscita mortos
  • Inspirador dos profetas
O Pai                            O Filho                                O Espírito
Jr 23:24                        Ef 1:20-23                             Sl 139:7
Gn 17:1                        Ap 1:8                                   Rm 15:19
At 15.18                       Jo 21:17                                I Co 2:10
Gn 1:1                          Jo 1:3                                    Jó 33:4
Rm 16:26                     Ap 22:13                               Hb 9:14
Ap 4:8                          At 3:14                                  Jo 1:33
Jd 24:25                       Hb 2:11                                 I Pe 1:2
Rm 6:23                       Jo 10:28                                 Gl 6:8
Is 48:17                       Mt 23:8                                  Jo 14:26
I Co 6:14                     Jo 2:19                                   I Pe 3:18
Hb 1:1                         II Co 13:3                               Mc 13:11
Tt 3:4                           Tt 3:6                                     Jo 3:8
Jr 3:15                         Ef 4:11                                    At 20:28

O Espírito Santo


Os ensinos duvidosos não param por aí, negam a personalidade do Espírito Santo afirmando que Ele é apenas um poder invisível, ou força ativa impessoal que emana de Deus, um mero fluído para executar a vontade de Deus.
Podemos ver claramente na Bíblia que o Espírito Santo age como uma Pessoa:

a) Ele ama (Rom. 15:30)
b) Ele ensina (Jo. 14:26)
c) Ele fala (At. 13:2)
d) Ele intercede (Rom. 8:26)
e) Ele convida (Ap. 22:17)
Também podemos ver que o Espírito Santo tem atributos divinos:

a) Ele é eterno (Heb. 9:14)
b) Ele é Onisciente (I Cor. 2:10-11)
c) Ele é Onipotente (Luc. 1:35)
e) Ele é Onipresente (Sal. 139:7-10)

Jeová e Jesus para os TJ's

Quanto à pessoa de Cristo, a doutrina das "testemunhas de Jeová" é totalmente ariana, e se identifica
muito bem com diferentes correntes heréticas surgidas nos primeiros séculos da história da Igreja. Eles rejeitam a divindade de Cristo. Também afirmam que Jesus antes de vir ao mundo era o arcanjo Miguel.

Rejeitando a divindade de Cristo

Como já falamos no início, quanto à Pessoa e à divindade de Cristo que rejeitam, eles afirmam o seguinte: "Este [Jesus Cristo], não era Jeová Deus, mas estava 'existindo na forma de Deus'. Como assim? Ele era uma pessoa espiritual, assim como Deus é Espírito; era poderoso, mas não Todo-Poderoso como o é Jeová-Deus: Ele também existia antes de todas as criaturas de Deus porque foi o primeiro filho que Jeová Deus trouxe à existência, o seu unigênito Filho...Ele não é o Autor da criação de Deus; mas, depois de Deus o haver criado como primogênito, usou-o como seu obreiro associado ao trazer à existência de todo o resto da criação" (obra Seja Deus Verdadeiro, pp. 34,35). Em resumo, confessam que Jesus não é Deus; em sua vida terrena/humana foi simplesmente uma pessoa espiritual; não é Todo-Poderoso; foi criado pelo Pai, como as demais coisas; não é autor da criação. Negam de fato a Jesus.

A Bíblia enfatiza a divindade de Cristo

Fica claro, que ao lermos as Escrituras, Jesus nos é apresentado como: a) Deus 1; 10:30,33,38; 14:9,11; 20:28; Rom. 9:5; Col. 1:15; 2:9; Fil. 2:6; Heb. 1:3; II Cor. 5:19; I Ped. 1:2; I Jo. 5:2; Is. 9:6). Ufa!. São tantas referências! b) Todo-Poderoso (Mat. 28:18; Ap. 1:8). c) Não foi criado, pois é eterno (Jo. 1:18; 6:57; 8:19, 58; 10:30,38; 14:7,910,20; 16:28; 17:21). d) é o Autor da criação (Jo. 1:3; Col. 1:16; Heb. 1:2-10; Ap. 3:14).

Existem várias, muitas referências no A.T. a respeito de Jeová que são cumpridas e interpretadas no N.T. e que se referem a Jesus Cristo. Simplesmente assim. Vejamos e comparemos:
Isaías 40:3-4 com Lucas 1:68, 69, 76
Êxodo 3:14 com João 8:56-58
Jeremias 17:10 com Apocalipse 2:23
Isaías 60:19 com Lucas 2:32
Isaías 6:10 com João 12:37-41
Isaías 8:12-13 com I Pedro 3:14-15
Números 21:6-7 com com I Coríntios 10:9
Ezequiel 34:11-12 com Lucas 19:10
Salmo 23:1 com João 10:11; I Pedro 5:4
Deuteronômio 6:16 com Mateus 4:10

Nas Escrituras, a divindade de Cristo fica provada com muita propriedade

Atributos do Pai relacionam-se harmoniosamente com Cristo, provando a sua divindade. Assim, Jesus é apresentado na Bíblia como:
  • O primeiro e o último (Is. 41:4; Col. 1:15,18; Ap. 1:17; 21:6)
  • Senhor dos senhores (Ap. 17:14)
  • Senhor de todos e Senhor da Glória (At. 10:36; I Cor. 2:8)
  • Rei dos reis (Is. Is. 6:1-5; Jo. 12:41; I Tim. 6:15)
  • Juiz (Mat. 16:27; 25:31-32; II Tim. 4:1; At. 17:31)
  • Pastor (Sal. 23:1; Jo. 10:11-12)
  • Cabeça da Igreja (Ef. 1:22)
  • Verdadeira Luz (Luc. 1:78-79; Jo. 1:4,9)
  • Fundamento da Igreja (Is. 28:16; Mat. 16:18)
  • O Caminho (Jo. 14:6; Heb. 10:19-20)
  • A Vida (Jo. 14:6; 11:25; I Jo. 5:11-12)
  • Perdoador dos pecados (Sal. 103:3; Marc. 2:5; Luc. 7:48-50)
  • Preservador de tudo (Heb. 1:3; Col. 1:17)
  • Doador do Espírito Santo (Mat. 3:11; At. 1:5)
  • Onipresente (Ef. 1:20-23)
  • Onipotente (Ap. 1:8)
  • Onisciente (Jo. 21:17)
  • Santificador (Heb. 2:11)
  • Mestre (Luc. 21:15; Gál. 1:12)
  • Tem poder para ressuscitar a si mesmo (Jo. 2:19; Jo. 10:17-18)
  • Inspirador dos profetas (I Pedro 1:17)
  • Ele supre a igreja com ministros (Ef. 4:11)
  • Salvador (Tito 3:4-6)
Sobre Jesus na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Gregas Cristãs, uma versão traduzida pelas TJ's, podemos ler em Jo. 1:1, texto que fala do Verbo de Deus, o seguinte: "No princípio era a Palavra e a Palavra estava com Deus e a Palavra era um deus". Esta expressão, no mínimo, chama a atenção: "...um deus". Entre as famosas traduções da Bíblia conhecidas hoje, pelo menos dezenove delas afirmam que "a Palavra era Deus"; não "deus" com "d" minúsculo, ou como aparece nesta tradução, "um deus" qualquer. Vejamos o que algumas dessas traduções dizem e o quanto são esclarecedoras quanto ao assunto:
  • King James Version: A Palavra era Deus
  • The New International Version (NVI): A Palavra era Deus
  • Rotherham: A Palavra era Deus
  • Douay: A Palavra era Deus
  • Jerusalem Bible (A Bíblia de Jerusalém): A Palavra era Deus
  • American Standard Version (Versão Padrão Americana): E a Palavra era Deus
  • Revised Standard Version (Versão Padrão Revista): E a Palavra era Deus
  • Young's Literal Translation of the Bible (Tradução Literal da Bíblia de Young): E a Palavra era Deus
  • The New Life Testament (O Testamento da Nova Vida): A Palavra era Deus
  • Modern King James Version (Versão Moderna da King James): A Palavra era Deus
  • New Translation Darby (Nova Tradução): A Palavra era Deus
  • Numeric English New Testament: A Palavra era Deus
  • The New American Satandard Bible (A Nova Bíblia Padrão Americana): E a Palavra era Deus
  • The Testament in Modern Speech - Weymouth (O Novo Testamento em Linguagem Moderna): E a Palavra era Deus
  • The New Testament in Modern English - Montgomery (O Novo Testamento em Inglês Moderno): E a Palavra era Deus
  • E pasmem, uma tradução dos próprios TJ's, Emphatic Diaglott (Publicação das testemunhas de Jeová, mais antiga): E o Logos era Deus
Existem algumas versões da Bíblia, que negam a divindade de Cristo em João 1:1, sendo que todas são usadas pelas "testemunhas de Jeová":
  • The New World Translation of the Holy Scriptures (Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas): e a Palavra era um deus
  • The Kingdom Interlinear of the Scriptures (Tradução do Reino, Interlinear, das Escrituras Gregas): e deus era a Palavra
  • Emphatic Diaglott (Outra Tradução Interlinear do Grego): e um deus era a Palavra
  • The Kingdom Interlinear (A Interlinear do Reino): e a Palavra era um deus
De todas as traduções que mencionamos, as que enfatizam Cristo como Deus, foram traduzidas por homens reconhecidamente piedosos. Porém, quanto às traduções que negam a divindade de Cristo, as quais afirmam que "a Palavra era um deus", há uma que seria a mais citada pelas TJ's, a Emphatic Diaglott, que foi traduzida por Benjamim Wilson, um cristadelfiano membro de uma seita falsa, tem caráter dúbio. Há casos de interpolações nas traduções. É o caso que foi encontrado em um artigo intitulado "Uma Tradução Errada e Chocante", onde o dr. Julios R. Mantey, escreve:
"A Manual Grammar of the Greek New Testament, do qual sou co-autor, é citado pelos tradutores do apêndice da Tradução do Reino, Interlinear, das Escrituras Gregas. Eles citaram-me fora do contexto. Apuradas pesquisas descobriram ultimamente abundante e convincente evidência de que a tradução de João 1:1 por 'deus era a Palavra' ou 'a Palavra era um deus' não tem qualquer apoio gramatical."

Isto levou o dr. Mantey, no ano de 1974, a escrever uma carta à Sociedade Torre de Vigia, HQ das TJ's, com os seguintes dizeres: "Não existe qualquer afirmação na nossa gramática que alguma vez quisesse implicar que 'um deus' era a tradução admissível em João 1:1...Não revela erudição, nem mesmo é razoável traduzir João 1:1 por 'a Palavra era um deus'. A ordem das palavras tornou obsoleta e incorreta tal tradução. A vossa citação da regra de Colwell é inadequada, porque indica apenas parte das suas conclusões...Ambos os eruditos escreveram que, quando pretendiam dar a ideia indefinida, os escritores dos Evangelhos colocavam regularmente o nome predicativo depois do verbo, e tanto Colwell como Harner afirmaram que Theos, em João 1:1, não é indefinido e não deve ser traduzido por 'um deus'. Os escritores da Torre de Vigia parecem ser os únicos a advogar tal tradução agora. A evidência contra eles parece ser de 99%."

"Em vista dos fatos precedentes, principalmente por me terdes citado fora do contexto, peço-vos por meio desta que não volteis a citar "A Manual Grammar of the Greek New Testament", como fazeis há 24 anos. Peço ainda que, de agora em diante, não me citeis, nem a mim nem a esta obra, em qualquer das vossas publicações. Também, que pública e imediatamente apresenteis desculpas na revista Torre de Vigia, uma vez que as minhas palavras não tiveram nenhuma relevância no que toca à ausência do artigo antes de Theos, em João 1:1, conclui o dr. Mantey. Que situação mais embaraçosa para a sociedade Torre de Vigia!

Se João quisesse dizer "a Palavra era um deus", o apóstolo teria usado no grego a palavra theios, que significa "um deus", um ser divino; em vez de usar Theos (Deus), que João usou conscientemente.

Também podemos citar o dr. James L. Boyer, que no seminário Teológico da Graça, de Winona Lake, Indiana, Estados Unidos, escreveu: "Para um estudante familiarizado com a língua grega, João 1:1 é a expressão mais forte possível da absoluta divindade da Palavra, muito mais do que seria com uso do artigo. O fato de não ser usado o artigo no grego descreve, qualifica e enfatiza a natureza e a característica do substantivo usado. O emprego do artigo particulariza e identifica, aponta para o indivíduo. Se João tivesse escrito o artigo definido com a Palavra Deus, teria significado que a Palavra e Deus era o mesmo indivíduo, negando a Tri-Unidade. Ao empregar a palavra Deus sem o artigo, diz qual é o caráter da Palavra. Ele é Deus. Ele é alguém cujo caráter é descrito pela palavra Deus."

Alguns erros escatológicos

Embora não há muita coisa a ser considerado no sistema doutrinário "jeovista", existem aspectos que precisam ser combatidos. Porém abordaremos alguns aspectos de seus ensinos escatológicos.
  1. A segunda vinda de Cristo. Eles afirmam que Jesus Cristo vem, não em forma humana, mas como criatura espiritual e gloriosa...Ele vem, portanto desta vez, não em humilhação, não em semelhança dos homens, mas em sua glória, e todos os anjos com Ele. Alguns podem citar as palavras dos anjos: 'Esse Jesus que dentre vós foi recebido no céu, assim virá do modo como o vistes ir para o céu' (At. 1:11). Notem que este texto não diz ele virá com a mesma aparência, ou no mesmo corpo, mas somente do mesmo modo" (livro dos TJ's Seja Deus Verdadeiro, pp. 184,185).
  2. Armagedom e o Governo de Cristo. a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso (Armagedom) terminará em 1914, com a derrocada completa do governo do mundo...e o pleno estabelecimento do reino de Cristo" (Russell, Estudos das Escrituras, vol. II, pp. 101,170). Para Russell, Cristo voltou à Terra e começou o seu governo de paz no ano de 1914.
  3. O Juízo Final. Na obra "Seja Deus Verdadeiro", p. 284, o Senhor teria vindo, na primavera de 1918, e teria começado o Juízo, primeiro pela 'casa de Deus' e depois das nações deste mundo".
Os russelitas, quando tem seus ensinos analisados à Luz da Palavra de Deus, acabam revelando ensinos que são verdadeiramente contrários às passagens bíblicas. Para eles, Cristo estaria dotado de outro corpo que não seja o corpo da sua ressurreição, e isto contraria muitas passagens das Escrituras, dentre as quais podemos destacar Zacarias 12:10; Mat. 24:30 e Apocalipse 6:15-17. A Bíblia é categórica quanto ao dia em que se dará a vinda de Cristo, está escrito em Mateus 24:36: "a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai". Como as testemunhas de Jeová podem afirmar que sabem?

Russell, afirmou sobre a data da segunda vinda de Cristo algumas vezes sem sucesso. Quando percebeu que sua previsão acerca da segunda vinda de Cristo fracassou, alterou fatos sobre a sua afirmação dizendo: "A data era correta, porém, equivoquei-me quanto à forma; o reino não terá caráter material e visível, como havia anunciado, mas será espiritual e invisível" (Seja Deus Verdadeiro, pp. 22,25). Mas olha só que bomba para Russell, literalmente! A data anunciada por ele chegou, mas em lugar da paz milenária do reino de Cristo, explodiu no mundo a Primeira Grande Guerra Mundial, deixando inúmeras família em luto por todo o globo, e sem paz.

A Cronologia escatológica

A escatologia jeovista é mais uma prova de quão cheia de falsas interpretações são as suas doutrinas. Ao contrário do que dizem os jeovistas, a Bíblia apresenta os eventos escatológicos da seguinte maneira:
a) Arrebatamento da Igreja
b) Comparecimento dos crentes diante do Tribunal de Cristo, as Bodas do Cordeiro no Céu, e a Grande Tribulação na Terra
c) Batalha do Armagedom
d) Manifestação de Cristo em glória com seus santos anjos
e) Julgamento das nações
f) Prisão de satanás por mil anos
g) Inauguração do reino milenar de Cristo na Terra
h) Satanás é solto por um breve espaço de tempo, mas volta a ser preso novamente por todo o sempre, 
i) Juízo do Grande Trono Branco
j) Estabelecimento do Novo Céu e Nova Terra

Nenhum destes acontecimentos ocorreu na Terra, até agora. Quanto a tudo que vimos até agora, percebemos o quanto é comum por parte dos russelitas acrescentar ou tirar detalhes dos ensinos bíblicos (Ap. 22:18-19).

Um breve resumo dos ensinos das "testemunhas"

As doutrinas apresentadas por eles, são uma mistura de negações e contradições do que podemos ler na Bíblia, vejamos algumas delas:
  1. A alma humana. "Os cientistas e cirurgiões não foram capazes de encontrar no homem nenhuma prova determinante de imortalidade. Não podem encontrar nenhuma evidência indicativa de que o homem possui uma alma imortal...Assim, vemos que a pretensão de que o homem possui uma alma imortal, e que, portanto, difere das bestas, não é bíblica" (Seja Deus Verdadeiro, pp. 56,59).
  2. O Inferno. a doutrina de um inferno ardente onde os iníquo, depois da morte, são torturados para sempre, não pode ser verdadeira, principalmente por quatro razões: 1) está inteiramente fora das Escrituras; 2) é irracional; 3) é contrária ao amor de Deus; 4) é repugnante à justiça" (Seja Deus Verdadeiro, p. 79).
  3. O que pensam da igreja. Para eles, a Bíblia é terminantemente clara ao predizer que o total da Igreja celeste será de 144.000, segundo o decreto de Deus como está em Apocalipse 14:1-3 (Seja Deus Verdadeiro, p.112). Daí surgiu o falso ensino de que só 144.000 salvos vão para os céu. Há porém, muito o que dizer sobre estas teorias, por ex.: As doutrinas das TJ's sobre a alma humana tem apoio em teorias de homens sem Deus. O inequívoco testemunho das Escrituras é que o homem não só foi feito alma vivente, mas também possui uma alma imortal, o que o faz diferente das demais criaturas da Terra. É evidente que alma na Bíblia nem sempre significa a mesma coisa, e que a variação do seu significado depende muito das circunstâncias em que a palavra é usada, como por exemplo mostram os seguintes casos:
  4. a) a alma como o próprio sangue (Lev. 17:14)
  5. b) a alma como uma pessoa em si mesma (Gen. 46:22)
  6. c) a alma como a própria vida (Lev. 22:3)
  7. d) a alma como o espírito e o coração (Deut. 2:30)
  8. e) a alma elemento distinto do espírito e do corpo (Heb. 4:12; I Tess. 5:53; Jó 12:10; 27:3; I Ped. 2:11; Mat. 10:28).
Sheol, Hades, Geena e Tártaoo

A Palavra "Inferno" na Bíblia tem significados que variam de acordo com o texto em que é citado. Há quatro palavras na Bíblia Ed. Revista e Atualizada, que são traduzidas por "Inferno": 
  • Sheol - Mundo nos mortos (palavra hebraica do A.T.) (Deut. 32:22; Sal. 9:7; etc)
  • Hades - É a forma grega para o hebraico Sheol, e significa o lugar das almas que partiram deste mundo (Mat. 11:23; Luc. 10:15; Apoc. 6:8)
  • Geena - termo usado para designar  um lugar de suplício eterno (Mat. 5:22, 29,30; Luc. 12:5). Havia um lugar chamado Gê Hinom -Vale dos filhos de Hinom-, onde crianças foram queimadas como sacrifício ao "deus" Moloque, e que foi usado para receber os refugos da cidade de Jerusalém para serem destruídos pelo fogo, e que veio a se tornar símbolo do lugar reservado para o castigo dos maus.
  • Tartaroo - o mais profundo do abismo do Hades; o mesmo que encerrar no suplício eterno (II Ped. 2:4; Dan. 12:2).
É importante levarmos em conta que nenhuma destas palavras significa "sepultura", como o querem os jeovistas. A palavra hebraica para sepultar/sepultura é "quebar" (Gen. 50:5), e a grega é "mnemeion". É verdade que a palavra hebraica "Sheol" algumas vezes está traduzida como sepultura em algumas de nossas Bíblias em português, mas isso se dá por força de tradução. E quanto às alegações jeovistas de que a doutrina referente ao inferno não pode ser verdadeira, pode-se responder com precisão:

a) é um assunto tratado amplamente ao longo da Bíblia
b) é assunto atestado para todo aquele que de fato crê na Bíblia como sendo a Palavra de Deus
c) é compatível com o Amor de Deus, uma vez que ele apela constantemente ao homem para que deixe sua vida de pecado para se aproximar d'Ele, ficando livre desta condenação
d) é compatível com a justiça de Deus, que reservou o céu para os salvos, aqueles que creem no seu Filho Jesus; reservando o inferno para os ímpios e maus que não sentem arrependimento de seus atos reprováveis

Seria verdade que somente 144.000 serão levados para o céu?

É ensinado entre os jeovistas que apenas 144.000 pessoas serão salvas para formar a igreja triunfante, e isso é contrário ao que lemos na Bíblia. Leiamos:
  • "Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo" (Fp 3:20).
  • "Depois destas cousas vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação" (Ap 7:9,10).
Convencer alguém que está há anos nesta seita não é tarefa fácil, pois são "educados" para acreditarem no que Russell, Rutherford e Knorr lhes ensinaram. Estes homens, todos eles, em vida, afirmavam ter conhecimentos do hebraico e do grego, línguas originais da Bíblia, porém foram desmascarados e levados à vergonha pública de tribunais de suas épocas.

A questão das traduções

             vídeo do youtube que fala sobre traduções: a partir de 4:21s

Como a grande maioria de suas crenças não podem ser respaldadas biblicamente falando, alguns líderes da seita manipularam a tradução de uma Bíblia cheia de heresias, como forma de sacralizar os seus erros e embustes. Essa tradução recebeu o nome de Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas. O nome dos envolvidos nesta tradução foi mantido em sigilo, porém em um julgamento em 1954, na Escócia, uma "testemunha" de nome F.W. Franz disse que a razão de tal sigilo era porque o comitê de tradução queria que ela permanecesse anônima, e não buscava qualquer glória ou honra para a obra da tradução, ostentando nomes ligados a ela. Mas o senhor William Cetnar, que trabalhou por vários anos na sede da Sociedade Torre de Vigia, QG das TJ's, no Brooklyn, Nova York, Estados Unidos, analisa o problema e conclui dizendo que o anonimato dos tradutores da citada bíblia tem duplo significado:1) As qualificações dos tradutores não podiam ser verificadas e avaliadas. 2) Não havia ninguém que assumisse a responsabilidade pela tradução. E a seguir, cita os nomes de Nathan H. Knorr, A.D Schroder, G.D. Gangas, M. Henschel, e do próprio F.W. Franz, como autores da citada bíblia, conforme dizem as "testemunhas", traduzida diretamente dos originais hebraico e grego (?).

F.W. Franz, que se dizia mestre em hebraico, acabou por se revelar um desconhecedor da língua.

Veja, por exemplo, a troca de perguntas e respostas entre o Procurador da Coroa Escocesa e o próprio Franz, retiradas de uma peça do julgamento sofrido por Franz em novembro de 1954, na Escócia:

P. Também se familiarizou com o hebraico?
R. Sim...
P. Portanto, tem instrumentos linguísticos substanciais à sua disposição?
R. Sim, para uso do meu trabalho bíblico.
P. Penso que o senhor é capaz de ler e seguir a Bíblia em hebraico, grego, latim, espanhol,
português, alemão e francês...
R. Sim (Prova de Acusação p. 7)...
P. O senhor mesmo lê e fala hebraico, não é verdade?
R. Eu não falo hebraico.
P. Não fala?
R. Não.
P. Pode, o senhor mesmo, traduzir isto para o hebraico?
R. O quê?
P. Este quarto versículo do segundo capítulo de Gênesis.
R. O senhor quer dizer, aqui?
P. Sim.
R. Não, eu não tentaria fazer isso (Prova da acusação, p. 61).
(Não nos esqueçamos de que Franz é apontado entre os tradutores da Tradução do Novo
Mundo das Escrituras Sagradas, a Bíblia jeovista.)

Russell ignorava o grego

Em 1912, o reverendo J.J. Ross, na época pastoreando a Igreja Batista de James Street, em Hamilton, Ontário, no Canadá, foi processado por Charles Russell (o pai espiritual das "testemunhas de jeová"), por haver publicado um panfleto: Alguns Fatos Sobre o Pretenso Pastor Charles T. Russell, no qual Ross garantia que Russell era ignorante no que diz respeito à língua grega; o que Russell considerou difamatório. No final do processo o reverendo Ross foi absolvido, ficando provadas as acusações feitas contra Russell.

A seguinte transcrição foi retirada ou trasladada dos autos do citado processo, e registra
perguntas feitas pelo advogado Staunton (advogado de Ross) a Russell:

P. O senhor conhece o alfabeto grego?
R. Oh! Sim!
P. O senhor poderia me dizer os nomes dessas letras se as visse?
R. Algumas delas; talvez me enganasse com outras.
P. Poderia me dizer os nomes dessas que estão no alto da página 447, que tenho em mãos?
R. Bem, não sei se seria capaz.
P. O senhor não conhece essas letras? Veja se as conhece.
R. "Meu caminho..."
(Ele foi interrompido nesse ponto e não lhe permitiram explicar.)
P. O senhor conhece a língua grega? 
R. Não.

A conclusão a que podemos chegar, é que, nada que se firma em mentiras pode prevalecer ou tem o final feliz. Quantas vezes os líderes desta seita já anunciaram o fim de tudo, e até agora nada se cumpriu? 
youtube: Conheça os equívocos escatológicos da Sociedade Torre de Vigia

O fundador da seita, por exemplo (Russell), anunciou o Fim do Mundo algumas vezes, mudando a data para anos posteriores, ao perceber que nada acontecia. Jesus teria retornado de forma invisível em 1874, em 1914 o mundo acabaria, como não acabou, alterou a data para 1915. Como o mundo novamente não acabou em 1915, remarcou a data novamente, desta vez para 1918 que também não marcou o Fim do Mundo. Talvez tenha tido sorte o morrer em 1916, pois não teria a infelicidade de saber que mais uma vez erraria. A julgar por todas estas falhas em suas previsões escatológicas, com certeza não causarão mais nenhum alarde com qualquer outra pretensa profecia que declararem estar por se cumprir.


Túmulo memorial de Russell

Entre os adeptos da seita, houve uma crença, que também não aconteceu, de que o Armagedom aconteceria no ano 2000 ou antes dele, sendo esta interpretação do próprio Jeová. Para eles foi ensinado que ainda no século XX, começaria a "batalha no dia de Jeová" contra o antítipo moderno de Jerusalém, a cristandade ("As Nações Terão que Saber que Eu Sou Jeová" - 1973, p 200, parág. 9).

Para eles a "batalha no dia de Jeová" é o mesmo que o Armagedom. Este dia seria a destruição, pelas forças da natureza, pela humanidade dividida e pelos anjos de Deus, de todas as pessoas que não são TJ's e suas propriedades. Isto significaria a morte de mais de 99% da população mundial no ano 2000 d.C.

Existem muitas outras distorções teológicas e erros de tradução, porém nos limitaremos a estas que acreditamos ser um tanto relevantes para esclarecer o que prega esta doutrina. Terminamos nossas palavras afirmando que Jesus é o que Tito 2:13 afirma que ele é, "...grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo;" (Tito 2:13).


Curiosidades sobre a seita.


Outros Nomes: Também são conhecidos como: Russelitas; Torre de Vigia; Aurora do Milênio; Estudantes da Bíblia; Testemunhas de Jeová.
Seus Livros mais conhecidos em Portugês: Religião; Criação; Salvação; Seja Deus Verdadeiro; Inimigos; Jeová; A Verdade vos Tornará Livres.
Seu livro guia: Estudo das Escrituras.

Fontes de Pesquisas:
SANTANA, Maurício. Religiões, Um Sinal do Fim: 1ª Ed. Goiás: Editora Casa Betânia, 1997
Diversos autores. Seitas e Heresias (sem outros dados bibliográficos)
OLIVEIRA, Raimundo. Seitas e Heresias: Um Sinal do Fim dos Tempos: 23ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002
ROSENTHAL, Stanley. A Tri-Unidade de Deus no Velho Testamento: São Paulo: Editora Fiel
BUCKLAND, Rev. A.R. Dicionário Bíblico Universal: 2ª Ed. Miami: Editora Vida, 1987
www.cacp.org.br
Vídeos: www.youtube.com.br

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Israel é acusado de iniciar “guerra cibernética” contra o Irã

Israel é acusado de iniciar "guerra cibernética"
contra Irã
Super vírus Flame seria criação de Israel e Estados Unidos

O “super vírus” conhecido como Flame [Chama] está sendo usado para espionar usuários de computador em países do Oriente Médio. Segundo a Kapersky Labs, empresa de segurança sediada na Rússia que desenvolve antivírus para computadores, o software espião foi desenvolvido por um governo e não por um hacker.

Agora, o Flame está sendo classificado como “uma das ameaças mais complexas já descobertas” e países árabes estão afirmando que é uma iniciativa de Israel.

O ataque do Flame grava conversas privadas mantidas pela Internet, manipula o microfone do computador infectado e pode gravar todos os textos digitados.

“Depois que o computador é infectado, o Flame começa uma complicada série de operações. Isso inclui espionar a navegação na internet, gravar imagens de telas de computados e conversas, interceptar teclados, etc”, explicou Vitaly Kamluk, especialista da Kapersky.

As imagens das telas e as gravações de áudio são enviadas pela internet para o autor do ataque e o sistema é ativado toda vez que a vítima usa programas de correios eletrônicos ou de mensagens instantâneas.

Kamluk acredita que pelo tamanho do ataque, o software não poderia ter sido criado por criminosos virtuais comuns. Ele tem características de ter sido financiado por um governo. “A geografia dos objetivos e a complexidade dessa ameaça não deixa dúvidas que foi um Estado que patrocinou o projeto”, acrescentou Kamluk.

A acusação de que se trata de um projeto israelense, com auxílio técnico dos Estados Unidos, não é nova. Ano passado, o vírus conhecido como “Stuxnet” atacou instalações militares do Irã. Para Alan Woodward, do departamento de computação da universidade de Surrey, na Inglaterra, o programa “é basicamente um aspirador de informações sensíveis”. Mas é muito sofisticado. “Enquanto o Stuxnet só tinha um objetivo, o Flame é um conjunto de ferramentas. Por isso consegue perseguir qualquer coisa que caia em suas mãos”, explicou.

Por enquanto, os ataques desse vírus afetaram cerca de 600 alvos, entre eles indivíduos, empresários, instituições acadêmicas e sistemas de governo. Os alvos preferenciais do software espião seriam computadores do Irã, de Israel, da Síria, do Líbano, do Egito, da Arábia Saudita e do Sudão.

Segundo autoridades iranianas, trata-se de mais um capítulo na chamada “guerra cibernética” que teria como objetivo prejudicar as comunicações de países hostis a Israel. A indústria do petróleo do Irã foi afetada por esse, disse Gholam Reza Jalali, diretor de uma unidade militar encarregada de combater a sabotagem. Como a receita com petróleo gera 80% da renda do país, sabe-se que o Irã foi forçado a cortar a internet com o principal terminal de exportação do país para conseguir conter a ameaça.

O vice-primeiro-ministro israelense, Moshe Yaalon, não negou que seu país, conhecido pela inovação tecnológica e pela campanha contínua contra o programa nuclear de Teerã, poderia ter lançado o vírus.

Resumiu-se a dizer: “aqueles que consideram a ameaça iraniana significativa, pode tomar várias medidas, incluindo ataque cibernético. Israel é abençoado com alta tecnologia e contamos com ferramentas que abrem todos os tipos de oportunidades para nós”.

Traduzido e adaptado de BBC e Al Jazeera

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Você sabe quem foi Acã e o que ele fez para merecer a morte?

"Turbulento e Perturbador"
Acã ou Acã II, seu nome quer dizer "Turbulento" (não confundir com o Acã de Gen. 36:27). Este personagem se tornou bastante conhecido por causa do episódio que envolveu o seu nome quando os israelitas voltaram da destruição de Jericó, cobiçando parte dos despojos da cidade. Era filho de Carmi e pertencia a tribo de Judá, tribo da qual também descendeu nosso Salvador, Jesus Cristo.

Os israelitas, após o episódio da queda dos muros de Jericó, tomaram a cidade, e Acã movido pela cobiça, tomou parte dos despojos daquela cidade, os quais o Senhor proibiu de tomar por que estavam destinados à destruição (Jos. 6:17-18). Acã tomou uma capa babilônica, duzentos ciclos de prata e uma barra ou cunha de ouro de cinquenta ciclos, escondendo tudo em sua tenda. Este fato atraiu a ira de Deus sobre Israel que foi abatido pelos homens de Ai quando aqueles tentaram conquistá-la. Por ordem do Senhor, foi lançada sorte a fim de se descobrir o verdadeiro culpado desta catástrofe. E a culpa do fato recaiu sobre Acã, sendo morto no Vale de Acor (Jos. 7:1-26; Jos. 22:20; I Cron. 2:7).

Acã foi apedrejado e morto no Vale de Acor - Acor é um nome que faz jogo de palavras no hebraico com o nome de Acã e quer dizer "Perturbação" - revelando a situação causada por causa de sua atitude. Sua localização é ao sul de Jericó, sendo o limite norte da tribo de Judá, visto que Jericó já estava na época no território de Benjamim (Jos. 15:7).

Fontes de Pesquisas:
DAVIS, John D. Dicionário da Bíblia de John Davis: 3ª Ed. São Paulo: Hagnos, 2005.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Côvado ou cúbito. Sabe o que é isso?

"do cotovelo até o dedo médio"
Esta palavra se refere a um tipo de medida de comprimento encontrada na Bíblia. É baseada no antebraço, vem do latim cubitum, cotovelo. É a distância do entre o cotovelo e a ponta do dedo médio, é uma medida padrão de comprimento igual a um pouco menos do que 45 cm (44,44 cm) (Gen. 6:15). Em Ezequiel o côvado mede 51,8 cm (Ez. 43:13).

São bem conhecidos os cúbitos babilônicos, egípcios e o que nos interessa que é o hebreu.

O cúbito babilônico era equivalente a 20,65 ou 21,26 polegadas inglesas, igual a 0,56 e 0,58 centímetros respectivamente. Havia também o cúbito real babilônico que era mais comprido do que o cúbito comum a largura de três dedos (Heródoto 1. 178).

Já o cúbito egípcio era equivalente ao comprimento de seis mãos abertas, ou palmos (Heródoto 2. 149). Havendo o cúbito real que era um palmo mais comprido do que o ordinário, igual a 20,24 polegadas ou 0,56 centímetros conforme se vê pelas medidas encontradas nos seus túmulos.

Os hebreus que também usavam cúbitos ou côvados, também os tinham de dois tamanhos; o cúbito antigo usado geralmente em Deut. 3:11; II Cron. 3:3, e o cúbito que era mais comprido um palmo (Ez. 40:5; 43:13). A tábua de medidas lineares era apresentada assim: 4 dedos era igual à largura da mão; três destas, igual a um palmo; 2 palmos igual a um cúbito (Êx. 25:10) Antig. 3. 6,5; Mishna Shelim 17. 9. É bem provável que o cúbito real do Egito e o de Ezequiel fossem iguais em teoria ao de Babilônia; de modo que, o cúbito dos hebreus tinha 17,70 ou 18,22 polegadas, se for três dedos menor do que o cúbito maior, teria então 18,36 ou 18,9 polegadas.

Fontes pesquisadas:
KASCHEL, Werner; ZIMMER, Rudi. Dicionário da Bíblia de Almeida: 2ª Ed. São Paulo: SBB, 1999.
DAVIS, John D. Dicionário da Bíblia de John Davis: 3ª Ed. São Paulo: Hagnos, 2005.

terça-feira, 29 de maio de 2012

A Bíblia poderia ser desacreditada por algum pergaminho apócrifo?

"A Bíblia está repleta de Jesus, suas profecias O tem como tema"
As Sagradas letras nos ensinam grandes coisas acerca do poder de Deus e sua obra de salvação elaborada desde a fundação do mundo para resgatar o homem da perdição eterna para um Reino que nosso Deus e Pai deixou preparado (Mat. 25:34; apoc. 13:8b), esta obra, envolve o Amor do Pai, enviando o seu Único Filho para morrer por nós em uma cruz, e o seu maravilhoso Espírito nos convencendo do pecado, para que possamos viver uma nova vida para glória de Deus.

Jesus nos é apesentado como o tema das Escrituras, podendo ser lido de Gênesis ao Apocalipse, porém não percebido por muitos leitores, mas Ele está lá, Ele mesmo nos disse isso: "São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos." (Luc. 24:44). Não há um segundo personagem apresentado nas Escrituras que viria no futuro como profeta que lhe sobrepujaria, não há. A Bíblia está repleta de Jesus, suas profecias O tem como tema, nos fornecendo a linha de descendência de Cristo, o verdadeiro Messias de Deus. A semente da mulher, da linhagem de Abraão, por meio de Isaque e Jacó; da tribo de Judá e da família real do rei Davi.

As Escrituras registram acontecimentos vindouros relacionados à Pessoa e ao ministério terreno de Cristo, desde o seu humilde nascimento até a sua segunda vinda e o seu reino eterno. Tudo nos foi mostrado com uma antecedência que causa espanto até a um menos instruído como eu reconheço que sou. Segundo os entendidos no assunto (não eu), existem mais de trezentos detalhes proféticos que foram cumpridos fielmente em Jesus Cristo, e a respeito dos que ainda não se cumpriram, é por que são acontecimentos concernentes a sua segunda vinda e ao seu reino futuros.

Cristo aparece no Pentateuco, ou seja, os cinco primeiros livros da Bíblia, onde o Rei dos reis e Senhor dos senhores aparece como já falamos, como descendente da mulher, o Cordeiro Pascal, como nosso Sacrifício pelo pecado, como um que foi levantado para nossa cura e redenção e o Verdadeiro Profeta (preste atenção neste detalhe). Novamente, este de quem os homens escondem o rosto, aparece nos livros históricos, que são aqueles livros que vão desde Josué até o livro de Ester. Ali o vemos como Capitão da nossa Salvação, Juiz e Libertador, Resgatador de seus parentes, Rei Soberano, Restaurador de Vidas.

Se formos leitores exaustivos, vamos perceber também que nos chamados livros Poéticos (Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares) Ele também nos é revelado. Ali Ele aparece como Redentor que vive, Socorro e Alegria, a Sabedoria de Deus, o Amado de nossa alma. É tão profundo o que dele está escrito, que levaríamos muito tempo para tentar descrevê-Lo, sem contudo, falar tudo.
"Convinha que se cumprisse tudo"
Ele diz de si mesmo que tudo, absolutamente tudo o que dele estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos deveria se cumprir, e foi o que aconteceu. Nada caiu por terra. Nos livros proféticos ou nos profetas (Isaías até Malaquias), vemos toda a humilhação que nosso Rei sofreu e sua glorificação. São nesses livros mais precisamente que Ele é apresentado como o Messias que havia de vir, o Renovo da Justiça, o Filho do homem, o Soberano de toda a terra que teria um trono que não passaria, Imutável, Deus da nossa Salvação, Pastor ferido, Sol da Justiça.

Também no Novo Testamento, Jesus aparece, cumprindo o que a seu respeito estava no Antigo Testamento, e dispensa qualquer comentário. Aqui, no N.T. o Messias é manifestado, comprova o poder a a autoridade das Escrituras em tudo o que ela diz, mostrando que é digna de nossa confiança e que a mesma testifica a seu respeito (Jo. 5:39). É a respeito de Jesus que as Escrituras dão testemunho. Em nome de Jesus, entenda isso!

Sabe por que estou tracejando estas linhas, para mostrar que nenhum falso evangelho vai mudar o que as Escrituras dizem a respeito de Jesus. Alguns inimigos do Evangelho estão afirmando que estão de posse de um pergaminho que supostamente desacreditaria a Bíblia, e tudo o que eu tenho a dizer é que, para nós cristãos o cânon que precisamos já foi selado, nada que venham descobrir vai mudar ou desacreditar o que cremos e ainda posso afirmar que tudo o que vier a surgir já é esperado por nós, pois a mesma Bíblia que estão querendo desacreditar contém profecias sobre isso e acertou em cheio (II Ped. 2:1; I Cor. 11:19; At. 20:30). Sem falar em uma infinidade de falsos profetas que tem surgido para cumprir o que diz a Bíblia (Mat. 24:24). Estão querendo torcer a Verdade, porém a única coisa que vai acontecer é ficar provado que tudo o que Deus falou é e sempre será digno de confiança.
"Tudo que Deus falou é e sempre será digno de confiança"
Quanto àqueles que se levantam contra a Verdade e perseguem os cristãos, também fazem parte do que Deus já nos advertiu em sua Palavra, é o cumprimento do que Ele falou (leia atentamente Lucas 21:12). Se as Escrituras afirmam apenas as coisas a respeito do Senhor e do Seu Ungido, seria confiável também o que muitos estão dizendo que elas falam de Maomé? (sem ofensas, estou apenas mostrando que a Bíblia fala é de Jesus e não de outro). Alguns afirmam que em Isaías 21:7 estaria um vaticínio da vinda de Maomé. Quem crê nesta afirmação afirma que as palavras - um carro com jumentos se refere a Jesus; e um carro com camelos seria uma referência a Maomé-"...E quando vir um carro com um par de cavaleiros, um carro com jumentos, e um carro com camelos, ela que observe atentamente com grande cuidado. "


Não há nenhum fundamento para essa afirmação pois ao lermos o texto dentro de seu contexto podemos entender que a passagem está falando da queda de Babilônia (v.9), e que as notícias de sua queda se espalhariam de todas as formas conhecidas na época, ou seja, por meio de cavalos, jumentos e camelos. Como alguém poderia fazer menção de uma passagem bíblica para provar alguma coisa sem nem mesmo acreditar nela? Novamente afirmo, a Bíblia se detém em nos apresentar a obra redentora de Deus e seu Autor, não outro personagem.

Fontes de pesquisas:
A Bíblia
GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
OLIVEIRA, Raimundo de. As Grandes Doutrinas da Bíblia: São Paulo: CPAD.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Irã afirma que possui manuscrito antigo da Bíblia que “desacreditará o cristianismo”


Material encontrado na Turquia é conhecido
 como “A Bíblia de Barnabé”
O governo do Irã divulgou ontem (25) que um manuscrito da Bíblia, com 1500 anos de idade e que contém “novos ensinamentos” atribuídos a Jesus Cristo, é capaz de causar o colapso do cristianismo.

O livro com mais de 1500 anos foi confiscado na Turquia em 2000, durante a investigação e prisão de uma quadrilha de contrabandistas de antiguidades, apontam os relatórios do jornal Daily Mail. As páginas do livro, do século V ou VI, são de couro tratado e estão escritas em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus. Suas páginas estão hoje negras, por causa da ação do tempo, mas as letras douradas ainda possibilitam sua leitura.

As autoridades turcas acreditam que se trata de uma versão autêntica do Evangelho de Barnabé, um discípulo de Jesus que ficou conhecido por suas viagens com o apóstolo Paulo descritas no Livro de Atos.

Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.

“A descoberta do original texto de Barnabé vai revolucionar a religião no mundo”, diz o relatório Basij. Nenhum meio de comunicação publicou os versos. A foto divulgada da capa mostra apenas inscrições em aramaico e o desenho de uma cruz. A Internacional News Agency, diz que a inscrição na fotografia pode ser facilmente lida por um assírio. Os assírios viviam na região que compreende hoje o território do Iraque, o nordeste da Síria, o noroeste do Irã, e o sudeste da Turquia.

A tradução da inscrição inferior, que é o mais visível diz: “Em nome de nosso Senhor, este livro está escrito nas mãos dos monges do mosteiro de alta em Nínive, no ano 1.500 do nosso Senhor”.

Especialistas cristãos negam a existência de tal evangelho, que consideram um apócrifo (não inspirado por Deus). A autenticidade do livro precisaria ser provada por autoridades independentes. Porém, alguns especialistas já afirmaram que o Irã está promovendo a descoberta do livro 12 anos depois porque hoje o cristianismo tem se tornado uma ameaça em seu país.

O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo, em especial o “Evangelho de Barnabé”, que descreveria Jesus de maneira semelhante à pregada pelo islã.

O relatório da Basij Press, que divulgou o material para a imprensa, sugere que a descoberta é tão importante que poderá abalar a política mundial. “A descoberta da Bíblia de Barnabé original irá minar a Igreja Cristã e sua autoridade e vai revolucionar a religião no mundo. O fato mais significativo, porém, é que esta Bíblia previu a vinda do profeta Maomé, mostrando a verdade da religião do Islã”.

A Basij afirma que o capítulo 41 do Evangelho diz: ’Deus disfarçou-se de Arcanjo Miguel e mandou (Adão e Eva) embora do céu, (e) quando Adão se virou, ele notou que na parte superior da porta de entrada do céu, estava escrito La elah ELA Allah, Mohamadrasool Allah”, ”significado Alá é o único Deus e Maomé o seu profeta ”

Erick Stakelbeck, apresentadora de TV e estudioso de assuntos iranianos, disse ao site WND: “Ao promover a chamada Bíblia de Barnabé, que não é aceita por nenhuma denominação cristã dominante, o regime iraniano tenta mais uma vez desacreditar a fé cristã. O regime iraniano está empenhado em erradicar o cristianismo usando todos os meios necessários. Isso significa a execução de muçulmanos convertidos, queima de Bíblias ou invasão das igrejas subterrâneas”.

No ano passado, as autoridades iranianas confiscaram e queimaram cerca de 6.500 Bíblias por ordem do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.

Desde sua descoberta, o livro vinha sendo mantido em segredo, guardado em um cofre-forte na cidade de Ancara. Agora, a Turquia planeja colocar o livro em exposição pública. A teoria mais comum entre os cristãos é que um exame do texto sugere que ele seria similar ao material apócrifo escrito no século XIV.

'Pessoalmente não acredito que tal descoberta irá trazer nenhum descrédito para o cristianismo, livros apócrifos aparecem e desaparecem com a mesma força desde o início da era cristã, os quais em sua maioria trazem ensinos que, sabidamente, procuram desacreditar a fé cristã. Talvez a afirmação exista e esteja causando certa inquietação por parte dos detentores da "descoberta" por que estes desconhecem que há muito nós cristãos somos advertidos sobre o aparecimento de falsos ensinos e de outros evangelhos que surgiriam nos últimos dias. O apóstolo Pedro mesmo nos adverte: "E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição". (II Ped. 2:1). Há muito esperávamos por essas descobertas, sem porém, fazer alardes, por que já sabíamos de antemão pela Palavra de Deus.'
Com informações WND, Christian Post e Daily Mail

Fonte: Gospel Prime

Reforma do Código Penal indica que homofobia deve virar crime

Projeto amplia casos de discriminação passíveis de processo e bancada evangélica protesta

Nesta semana, duas notícias mudaram o entendimento que o Brasil pode ter do casamento de homossexuais. Primeiro, a Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou na quinta-feira (24) o projeto, que na prática, reforça o reconhecimento legal da união estável de pessoas do mesmo sexo.

Isso mudaria o artigo 1.723 do Código Civil, o qual exige que a relação seja entre um homem e uma mulher. Além disso, permite que essa união seja transformada em casamento civil. O material ainda precisa ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Se aprovada, segue direto à Câmara dos Deputados.

“Convém ressaltar que o projeto dispõe somente sobre a união estável e o casamento civil, sem qualquer impacto sobre o casamento religioso”, ressaltou a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora da matéria.

Mesmo assim, a bancada evangélica já avisou que vai fazer de tudo para impedir sua aprovação. Alguns deputados manifestaram-se publicamente, como o pastor Marco Feliciano, que resumiu “a Senadora Marta Suplicy mais uma vez a frente com esse assunto, fazendo de tudo pela militância LGBT”.

Além disso, a comissão de juristas do Senado responsável por propor o novo Código Penal pretende tornar crime a homofobia.

Se aprovado, quem praticar discriminação ou preconceito por questão de gênero, identidade, orientação sexual ou procedência regional poderá ser processado. Tal conduta será considerada imprescritível (o discriminado pode processar a qualquer momento), inafiançável e não passível de perdão ou indulto.

A pena seria a mesma aplicada hoje para crimes de racismo, de dois a cinco anos de prisão. Ela poderia ser aumentada em um terço caso a discriminação tenha sido cometida contra menores de idade.

Gilson Dipp, presidente da comissão e ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), considerou a proposta aprovada um avanço. “Estamos ampliando qualquer figura discriminatória, dando cumprimento à Constituição e atualizando a lei já existente”, afirma.

As condutas que seriam consideradas discriminatórias são: impedir o acesso de alguém, devidamente habilitado, a uma repartição pública ou privada, assim como a promoção funcional. O crime também estaria configurado se a discriminação ocorrer em meios de comunicação e na internet.

A comissão já havia aprovado proposta para criar a figura da injúria qualificada, que prevê pena de até 3 anos de prisão e multa para quem faz referência ofensiva por motivo de raça, cor, etnia, sexo ou orientação sexual ou identidade de gênero, idade, deficiência, condição física ou social, religião ou origem. Essa figura não existe no Código atual.

A comissão tinha prazo até o fim do mês para entregar o anteprojeto ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Contudo, os trabalhos foram prorrogados até 25 de junho.

Com informações Estadão

Fonte: Gospel Prime

sábado, 26 de maio de 2012

Muçulmanos interrompem culto cristão na Indonésia

Cerca de 20 pessoas precisaram ser protegidas por policiais, mas mesmo assim a reunião precisou ser cancelada.
Muçulmanos interromperam um culto cristão que estava sendo realizado para lembrar da ascensão de Jesus na cidade de Bandung, na Indonésia.

O evento reuniu pouco mais de 20 membros da Igreja Protestante Batak (Huria Kristen Batak Prostestan, em inglês, conhecida pela sigla HKBP) até que o grupo de islâmicos chegou usando um grande sistema de som para interromper e aterrorizar os fiéis cristãos.

Em nota enviada para a imprensa, o Reverendo Palti Panjaitan e sua congregação estavam prestes a iniciar a cerimônia quando foram cercados por um grupo de pessoas que impediram o acesso de outras pessoas ao local.

“Nós [da congregação] só estávamos separados por uma barricada de policiais que tentavam nos proteger, mas o grupo de intolerantes estavam tentando fortemente romper com a proteção policial”, disse o pastor. Em sua declaração o líder religioso afirmou que seus fiéis não estavam carregando bandeiras, nem símbolos que os identificassem.

Os religiosos puderam realizar apenas cinco minutos da reunião, sem poder dar sequência as outras liturgias. “Tratamos de negociar com todas as partes, incluindo o grupo de representantes da administração local”, disse o pastor.

A HKBP enfrenta uma disputa legal há anos tentando construir uma sede, mas não conseguindo convencer os moradores das proximidades. Palti afirmou que os documentos legais necessários até foram emitidos, mas o governo de Bekasi acabou anulando esses documentos, impedindo que as obras seguissem adiante.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 25 de maio de 2012

A Arqueologia comprova o que a Bíblia diz.

A Bíblia é a Palavra escrita de Deus, inerrante, ou seja, não pode errar. Ela é isenta de erros e falhas não somente quanto à doutrina que ensina mas também quanto às informações históricas, geográficas e culturais nela contidas.

A Bíblia não contém quaisquer erros; jamais falhará na concretização de seus propósitos. Ela transmite a verdade de Deus de maneira plena, exata, inerrante e infalível. [1] Ela foi inspirada por Deus, é dotada de autoridade em tudo o que diz. Ainda que muitos homens, na sua maioria sérios, ainda que equivocados, tentam colocar em descrédito sua autoridade ou suas informações históricas, sabemos que a cada dia são encontrados novos achados arqueológicos que comprovam não só a sua autoridade como também as informações históricas e culturais.

Existem grandes achados da Arqueologia que comprovam as informações históricas contidas na Bíblia (ainda que muitos fazem uso de ferramentas digitais para fraudes, existem fatos reais), por exemplo:

  1. pegadas de gigantes fossilizadas, pegadas com impressões de seis dedos:
Gen. 6:4; Núm. 13:33; Deut. 2:11
Há relatos de gigantes na Bíblia como podemos ver em Gên. 6:4; Núm. 133; Deut. 2:11, entre outras referências.

Estas fotos não foram confirmadas pela arqueologia.
nos dias atuais (sem confirmação)
 Estas fotos não foram confirmadas pela arqueologia.
Registro de um pé enorme fossilizado. 
II Sam. 21:20, no passado

   2.  Rodas e seus eixos encrustadas nos corais na região onde 
teria ocorrido a saída do povo do Egito:
Eram rodas de carro semelhante às usadas na época  da 18ª dinastia (1540-1515 a.C.). "E tomou 600 carros escolhidos, e todos os carros do Egito" (Êx. 14:7)










Rodas cobertas com ouro, e pode ser bem provável que sejam as rodas dos "600 carros escolhidos". Devido ao ouro não foram cobertas pelos corais.










   3.  Fontes de águas amargas descobertas no deserto que está próximo ao Mar Vermelho: "Depois fez Moisés partir os israelitas do Mar Vermelho, e saíram ao deserto de Sur; e andaram três dias no deserto, e não acharam água. Então chegaram a Mara; mas não puderam beber das águas de Mara, porque eram amargas; por isso chamou-se o lugar Mara." (Êx. 15:22-23).
Fontes de águas amargas no deserto.






A Rocha de Horebe (Massá e Meribá).
"Eis que eu estarei ali diante de ti sobre a rocha, em Horebe, e tu ferirás a rocha, e dela sairão águas" (Ex 17.6).








Lugar do altar do bezerro de ouro (Êx. 32:5).
"E ele os tomou das suas mãos, e trabalhou o ouro com um buril, e fez dele um bezerro de fundição. Então disseram: Este é teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito.
E Arão, vendo isto, edificou um altar diante dele; e apregoou Arão, e disse: Amanhã será festa ao SENHOR." (Êx. 32:4-5).

Ossuário que teria sido da família de Caifás. Sumo sacerdote na época em que Jesus foi crucificado (Jo. 18:24).








   4.  Escavações comprovam a existência da cidade de Jericó:

Seu nome e seu significado - A origem do nome “Jericó” é semita. As pessoas comuns o pronunciam como “Riha”. Para os cananitas significa “a lua”. A palavra é derivada do verbo “yerihu”, e “Yarah”. Al-yarah na língua árabe do sudeste significa “um mês” e “lua”. Em hebraico “yarihu” é a cidade mais antiga conhecida na Bíblia Judaica. “Riha” em sírio significa “aroma” e “odor”. Os árabes conheciam a cidade de Jericó, referida na Bíblia pelo nome “Raiha” e “Ariha”. Yaqut, o escritor de “Mu´jam al-Buldan”, menciona que esta era a cidade de Al-Jabbarin (o Poderoso) em Ghaur. Era também chamada Madinat an-Nakhil (A cidade de palmeiras) no lado ocidental do Rio Jordão, a 250mts abaixo do nível do mar. O local, segundo o Velho Testamento foi uma cidade que Josué destruiu. Nos dias de Jesus um novo centro foi construído no primeiro plano por ordem de Herodes o Grande.

Escavações na antiga cidade de Jericó (Cisjordânia). (Jos. cap. 6).










Uma pequena peça de argila foi encontrada por arqueólogos próximo aos muros da cidade velha de Jerusalém contendo o nome da cidade de Belém em hebraico antigo. Os achados anteriores contendo o nome da cidade são bem posteriores, este porém, é de uma data mais remota.

Esta Belém aparece várias vezes na Bíblia.










O achado foi feito próximo às ruínas de um edifício que data do final do período do Primeiro Templo. Estava abaixo da base de um antigo canal de drenagem que recentemente ficou exposto nas escavações no Jardim Arqueológico de Jerusalém. Este achado contraria as afirmações dos inimigos do Templo de que este nunca existiu.



Estes achados remontam ao tempo do rei Davi. Várias peças foram encontradas em um local de escavação perto da cidade israelense de Bete-Semes. Muitos ainda hoje duvidam da magnitude do reinado de Davi ou até mesmo de sua existência. As descobertas no local revelam um povo monoteísta e isentos de qualquer vestígio de idolatria.




A estela de Merneptah. Datada no período de 1207 a.C. relata os feitos bélicos do faraó e faz alusão aos israelitas como inimigos. Este achado prova a existência de Israel como nação nesta época, fato negado por muitos estudiosos até então. Fora da Bíblia seria o achado mais antigo mencionando o nome de Israel.









   9.  Tijolo babilônico traz uma inscrição com o nome de Nabucodonozor:

Há muito se pensava que o personagem citado no livro do profeta Daniel era uma lenda, porém este achado traz uma inscrição que poe em cheque este pensamento: "(eu sou) Nabucodonosor, Rei de Babilônia. Provedor (do templo) de Ezagil e Ezida; filho primogênito de Nabopolassar”. 




   10.  Tabletes de Ebla:

Estes tabletes fazem menção a vários nomes bíblicos, entre eles Adão, Eva, Miguel, Israel, Noé e o modo de vida semelhante ao dos patriarcas descrito principalmente entre os capítulos 12 e 50 do livro de Gênesis, indicando sua historicidade.







   11.  Papiro de Ipwer, que questiona o "deus" Horus sobre as desgraças que vê no Egito:

Ipwer, supostamente um sacerdote, em uma oração faz perguntas a Horus sobre as pragas que estavam acontecendo no Egito, ele faz menção de algumas delas: O rio Nilo se torna sangue; escuridão cobrindo a terra; animais morrendo no pasto; entre outras, que parecem fazer referência às pragas relatadas no livro de Êxodo.



   12. Outras descobertas arqueológicas:

Estela de Tel-Dã. Traz a expressão "casa de Davi".







Obelisco negro e prisma de Taylor. Estes artefatos mostram duas derrotas militares de Israel. O primeiro traz o desenho do rei Jeú prostrado diante de Salmaneser III oferecendo tributo a ele. O segundo descreve o cerco de Senaqueribe a Jerusalém, citando textualmente o confinamento do rei Ezequias.







Inscrição de Siloé. Encontrada acidentalmente por algumas crianças que nadavam no tanque de Siloé. Essa antiga inscrição hebraica marca a comemoração do término do túnel construído pelo rei Ezequias, conforme o relato de 2 Crônicas 32:2-4.


Selo de Baruque. Confidente e secretário do profeta Jeremias.









Palácio de Sargão II. Até então era negada a sua existência, porém com a descoberta em 1843 do referido palácio, encerrou de vez a discussão sobre a negação de sua existência. Há menção a este rei da Assíria em Isaías 20:1.








É certo que para aqueles que tem uma fé genuína em seus corações e vivem por meio da fé, estes jamais necessitarão de provas arqueológicas para sustentar as verdades descritas na Bíblia, ainda que a arqueologia seja importante, a nossa fé somente nos dá firmeza suficiente para confiarmos naquilo que o Senhor deixou registrado para nossa existência. A fé já nos é suficiente, porém, tais fatos, são provas incontestáveis de que quando a Bíblia fala algo, ela tem autoridade sobrenatural e é revestida de verdade.

"Esta palavra é fiel e digna de toda a aceitação" (I Tim. 4:9).
"Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal." (I Tim. 1:15).

Fontes de pesquisas:
www.gospelprime.com.br
KELLER, Werner. E a Bíblia Tinha Razão: 18ª ed.: São Paulo: Melhoramentos. 1992
[1] DAVIS, John D. Dicionário da Bíblia de John Davis: 3ª Ed. São Paulo: Hagnos, 2005.

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Romanos 14:9

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