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segunda-feira, 30 de março de 2015

Como Bete-Semes poderia ter uma população superior a 50.000 homens?

"E o Senhor feriu os homens de Bete-Semes, porquanto olharam para dentro da arca do Senhor; feriu do povo cinqüenta mil e setenta homens; então o povo se entristeceu, porquanto o Senhor fizera tão grande estrago entre o povo."

Depois que o povo da cidade de Bete-Semes recebeu a arca da aliança, alguns cidadãos desprezaram o fato de que a arca era sagrada e olharam o seu interior. O texto diz: "E o Senhor feriu os homens de Bete-Semes, porquanto olharam para dentro da arca do Senhor; feriu do povo cinqüenta mil e setenta homens" (SBTB).

Entretanto, uma população de mais de 50.000 pessoas parece ser muito grande para uma comunidade como aquela. Como explicar um número tão grande de habitantes para a época?

Em primeiro lugar, este é muito provavelmente o caso de erro de transcrição feito por um escriba. A numeração na língua hebraica normalmente segue um certo padrão, pelo qual o número maior é escrito em primeiro lugar, vindo em seguida o menor. A forma usual de escrever tal número em hebraico seria "cinqüenta mil homens e setenta homens".

Entretanto, neste caso, os números aparecem de forma invertida. Na realidade o texto diz: "setenta homens cinqüenta mil homens". Além disso, as designações numéricas quase sempre são ligadas pela conjunção "e", de forma que a redação normal seria: "cinqüenta mil homens e setenta homens". Também neste ponto a passagem foge da maneira usual por omitir o "e". Tais razões têm levado muitos a suspeitarem de que o texto foi inadvertidamente alterado por erro de cópia.

Em segundo lugar, é também admissível que se tenha ficado apenas com explicações para o tamanho do grupo de pessoas e que simplesmente se tenha deixado de fazer uma investigação mais acurada até o presente. Pode ser que alguma escavação arqueológica venha a dar evidências que expliquem por que havia de fato uma população tão grande lá, ou pelo menos envolvida com o juízo de Bete-Semes. Embora uma população superior a 50.000 pessoas possa parecer elevada para uma comunidade como a de Bete-Semes, tal população não é de todo incomum no mundo antigo para cidades maiores. Este grande número pode ainda vir a ser justificado de alguma maneira pela arqueologia.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

sexta-feira, 13 de março de 2015

A arqueologia não mostrou que este relato da conquista de Jerico é incorreto?

"Ora Jericó estava rigorosamente fechada por causa dos filhos de Israel; ninguém saía nem entrava."
(Josué 6:1)

Josué 6 narra a conquista e a destruição da cidade de Jericó. Se esta narrativa é correta, então as escavações arqueológicas deveriam ter revelado alguma evidência daquele monumental acontecimento. Entretanto, tais investigações não demonstraram que o relato de Josué é incorreto?

Por muitos anos a posição prevalecente entre os críticos eruditos foi que não houve uma cidade de Jericó no tempo em que se admite que Josué entrou em Canaã. Embora investigações mais recentes feitas pela notável arqueóloga britânica Kathleen Kenyon tenham confirmado a existência da antiga cidade de Jericó e sua repentina destruição, suas descobertas levaram-na a concluir que a cidade não poderia ter existido posteriormente ao ano de 1550 a.C. Tal data é muito anterior ao tempo em que Josué e os filhos de Israel poderiam tomar parte na destruição da cidade.

Entretanto, um recente reexame dessas descobertas e um estudo mais cuidadoso das evidências atuais indicam que não somente houve uma cidade que se enquadra perfeitamente na cronologia bíblica, mas também que suas ruínas coincidem com o relato bíblico da destruição daquela fortaleza murada. 

Num trabalho publicado na Biblical Archaeology Review ( Revisão Arqueológica Bíblica ), em março/abril de 1990, Bryant G. Wood, professor visitante do Departamento de Estudos do Oriente Próximo da Universidade de Toronto, apresentou provas de que o relato bíblico é correto. Sua investigação detalhada levou às seguintes conclusões:

1. A cidade que existia naquele lugar era muito fortificada, correspondendo ao relato bíblico de Josué 2:5, 7,15; 6:5, 20.

2. As ruínas dão evidência de que a cidade foi atacada na primavera, depois do tempo da colheita, o
que está de acordo com Josué 2:6; 3:15; 5:10.

3. Os habitantes não tiveram a oportunidade de fugir do exército invasor com os gêneros alimentícios que tinham armazenados, como registrado em Josué 6:1.

4. O cerco à cidade teve curta duração, não permitindo que os habitantes consumissem os alimentos  que estavam armazenados na cidade, como dá a entender Josué 6:15.

5. Os muros estavam nivelados de maneira a propiciar o acesso à cidade pelos invasores, da forma  como descreve Josué 6:20.

6. A cidade não foi saqueada pelos invasores, de acordo com as instruções dadas por Deus a Josué
(6:17-18).

7. A cidade foi queimada depois da destruição das muralhas, tal como diz Josué 6:24.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Como pode ser moralmente correto os israelitas destruírem por completo os midianitas?

Ref. Números 31

De acordo com o registro dos acontecimentos em Números 31, Moisés comandou os israelitas para que destruíssem totalmente os midianitas. O versículo 8 declara que eles mataram todo midianita homem. O versículo 9 registra que eles levaram presas as mulheres e as crianças, e o versículo 10 afirma que os israelitas queimaram todas as cidades e acampamentos dos midianitas.

Ainda, no versículo 17, Moisés ordenou ao povo que matasse todo menino midianita e toda mulher 
midianita que tivesse coabitado com algum homem, deixando com vida apenas as meninas e as moças virgens.
Como tal destruição pode ser moralmente justificada?

Em primeiro lugar, lembremo-nos de que os midianitas foram os que corromperam o povo de Deus, levando-o à idolatria em Baal-Peor, o que resultou na morte de 24.000 israelitas com a praga que se seguiu (Nm 25:9). Era necessário eliminar totalmente essa má influência sobre Israel.

Além disso, não foi sob a autoridade de Moisés que Israel executou tal destruição. Antes, foi sob o comando direto de Deus. O versículo 2 registra a ordem dada por Deus a Moisés para que ele levasse a cabo a vingança do Senhor sobre os midianitas. A natureza abominável da influência que os midianitas tinham sobre Israel em levá-los à idolatria merecia o juízo destruidor de Deus, que tratou decididamente e com severidade esse câncer.

A justificativa moral para tal ação encontra-se no fato de que Deus tem o direito de dar e de tomar a vida. Como o salário do pecado é a morte, e como os midianitas envolveram-se num terrível pecado, eles apenas colheram as conseqüências da vingança de Deus sobre eles.

Outro detalhe muito importante que devemos nos ater é que naquela época o povo de Israel lutava diretamente contra seres humanos e não contra os seres espirituais da maldade como hoje (Ef. 6:12), e são contra esses que lutamos para lhes opor às obras más. Mas naquela época não era assim, e vale lembrar que somente contra as sete nações de Canaã é que havia a autorização de Deus para destruir, isso porque tais povos praticavam tanta abominação que ofendiam ao Senhor, pois seus atos eram bárbaros.

E foi por causa de tanta transgressão que a terra na qual vivam vomitou os seus moradores (Lev. 18:25). As abominações desses povos era tão grande que estavam envolvidos em todo tipo de perversidades (Lev. 18) tais como:
  1. incestos (Lev. 18:6-9);
  2. pedofilias (Lev. 18:10);
  3. sexo entre sobrinho e tia (Lev. 18:14);
  4. sexo entre o sogro e a nora (Lev. 18:15);
  5. sexo entre os cunhados (Lev. 18:16)
  6. sexo de um homem com uma mulher e sua mãe (Lev. 18:17)
  7. adultério (Lev. 18:20);
  8. o sacrifício de crianças (Lev. 18:21);
  9. sodomia (Lev 18:22);
  10. zoofilia (Lev 18:23);
Essas eram apenas algumas das maldades que esses povos praticavam, e Deus não queria o seu povo envolvido com esses males os quais contaminavam o povo para a maldade (v.24a). O Senhor deixa bem claro que essas coisas eram praticadas pelos povos (v.24b) os quais Ele havia mandado exterminar.

A terra se tornou um lugar contaminado por causa da maldade de seus habitantes (v.25a), e por esse motivo esses povos perversos estavam sendo expulsos (vomitados, v.25b) de sua habitação. Deus não estava sendo impiedoso com esses povos, pelo contrário, Ele foi em extremo bondoso com eles, algo que fica evidente em Gênesis 15 onde vemos Deus dando cerca de 400 anos para que os povos daquela região se arrependesse de seus pecados, o que não fizeram. O Senhor em sua imensa misericórdia esperou muito. 

Por fim, não podemos nos esquecer que o poder da vida e da morte está nas mãos do Senhor (Deut. 32:39) e Ele pode dar cabo da vida de quem quer que seja, caso seja mal e negligente. A exterminação total era para evitar futuras influências pagãs que poderiam fazer o povo se desviar da verdadeira adoração. Semelhante coisa um médico faz quando alguém está acometido de um câncer mortal o qual obriga o médico a extirpar radicalmente uma parte do corpo de um paciente para evitar a sua morte, salvando, assim, a sua vida.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Feliciano diz que Galinha Convertidinha é uma ofensa gratuita aos evangélicos

O episódio do programa TV na TV, da Rede Globo, foi criticado até mesmo por colunistas de entretenimento
Feliciano diz que Galinha Convertidinha é uma ofensa
O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) fez uma crítica em seu perfil no Facebook ao episódio do programa TV na TV, da Rede Globo que mostrou a esquete chamada de “Galinha Convertidinha”, considerada por muitos, inclusive não-religiosos, como uma verdadeira ofensa aos evangélicos.

O parlamentar reforçou as críticas à esquete e foi além, disse que o programa foi “uma ofensa gratuita e indelicada a toda comunidade evangélica”, afirmando também que o programa praticou bullying com esses religiosos – que representam mais de 20% da população brasileira – através dos jingles cantados pelos personagens fictícios criados pelo atração humorística da Globo.

Feliciano entendeu que ao falar sobre os pastores, dizendo que eles alugam horários na TV para arrecadar mais dinheiro, a Globo fez “uma crítica destrutiva em relação a seus concorrentes que sobrevivem cedendo espaço para uma salutar programação cristã” como é o caso da Rede Record, cujo dono, bispo Edir Macedo, é líder da Igreja Universal do Reino de Deus também citada no programa.

Se para alguns evangélicos o programa não soou como ofensivo, Feliciano alerta que não foi uma inocente brincadeira, pois nela está embutido o que ele considera muito perigoso: “a banalidade com que se critica a fé alheia com desconstrução de milenares princípios que tem sido a argamassa que solidifica uma sociedade que respeita os desiguais em todos os aspectos”.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Já que Deus prometeu sempre haver sementeira e ceifa, então por que houve tempos de fome?

"Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão."
(Gênesis 8:22)

Deus prometeu a Noé: "Enquanto durar a terra não deixará de haver sementeira e ceifa". Entretanto, há muitos tempos de fome, inclusive registrados na Bíblia, em que não houve ceifa (cf. Gn 26:1; 41:54).

O verbo "cessar" (do hebraico shabath) significa chegar a um fim, ser eliminado, acabar com uma coisa completamente. Esta passagem promete apenas que as estações não cessarão, não as colheitas. A referência é ao tempo da semeadura e ao tempo da colheita, não necessariamente a estes eventos. E as estações jamais foram interrompidas; elas têm o seu curso normal, desde que essa promessa foi feita a Noé. Ainda, a promessa de Deus não constitui uma garantia de que não haveria jamais interrupções temporárias. É apenas uma afirmativa de que haveria permanentemente os ciclos das estações do ano, até o final dos tempos.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Como Adão e Eva poderiam sair da presença de Deus, sendo Deus onipresente?

"E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim."
(Gênesis 3:8)

A Bíblia diz que Deus está em todo lugar ao mesmo tempo, isto é, que ele é onipresente (Sl 139:7-10; Jr 23:23). Mas, já que Deus está em toda parte, então como Adão e Eva puderam esconder-se "da presença do Senhor Deus"?

Este versículo não está abordando a onipresença de Deus, mas está falando de uma visível manifestação dele (cf. v. 24). Deus está em toda parte em sua onipresença, mas ele se manifesta de tempos em tempos, em certos lugares e por certos meios, tais como uma sarça ardente (Êx 3), uma coluna de fogo (Êx 13:21), fumaça no templo (Is 6) e assim por diante. É nesse sentido restrito que alguém pode sair "da presença do Senhor Deus", ou seja, trocando em miúdos, quando o texto fala que Adão e sua mulher saíram da presença do Senhor, o texto se refere à comunhão que Adão e Eva tinham com Deus, a qual perderam após a queda.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Lobby LGBT destruiu educação no Brasil, denuncia pedagoga

Damares Alves volta a alertar população sobre a desconstrução da família no Brasil


Lobby LGBT destruiu educação no Brasil, denuncia pedagoga
Em palestra realizada em dezembro de 2014 em Arujá , na Grande São Paulo, a advogada, pedagoga e pastora Damares Alves trouxe novas e impressionantes informações sobre o brutal aparelhamento da educação brasileira pelo movimento LGBT.

“Eu posso fazer nas escolas um grande trabalho de combate ao preconceito sem agredir a identidade biológica das nossas crianças e sem destruir a imagem da família. Mas isso não está acontecendo no Brasil. Aqui está havendo uma verdadeira guerra contra a família”, denunciou.

A pedagoga denunciou o conteúdo de cartilhas pedagógicas de todo o Brasil que abordam a temática sexual nas escolas de forma explícita até para alunos do ensino fundamental.

É um material recheado de notórios incentivos à masturbação, iniciação sexual precoce e experimentação de comportamento bissexual. Algumas cartilhas, de tão explícitas, se tornaram alvo de denúncias dos pais e ganharam reportagens na TV.

A pedagoga também relatou o caso de um pai de Bauru, em São Paulo, que foi olhar o material pedagógico da filha de 12 anos, cursando o sexto ano, e ficou abismado com dever de casa que o livro propunha para a sua filha.

O dever de casa era o seguinte: o aluno era orientado a passar o fim de semana beijando três meninos e três meninas. O tema da redação seria, então, a descrição das sensações vivenciadas durante essas experiências.

“Isso não é combate a homofobia. Não estão respeitando a identidade biológica das nossas crianças. Posso falar de preconceito contra homossexuais sem levar para as escolas, por exemplo, uma cartilha que mostra quatro homens transando. Posso combater o preconceito sem levar isso para crianças entre 10 e 13 anos de idade”, denunciou Damares.

Narrou ainda o episódio vivido por uma professora que – por razões profissionais – não pode ser identificada. Ela flagrou um aluno de apenas 03 anos fazendo sexo oral em um colega. A professora levou o caso à direção e, para sua surpresa, foi orientada a não intervir.

“A diretora daquela escola, seguindo o padrão imposto na educação brasileira, disse para a professora que aquilo era uma demonstração homoafetiva. E, se ela impedisse, poderia ser vista como homofóbica. Mas e se o caso envolvesse um menino e menina? Será que, neste caso, a diretoria não diria que é cedo demais pra isso?”, questionou Damares.

Menina esperta

Damares citou a existência do “Plano Nacional de Cidadania LGBT”, uma diretriz do governo federal, que traz no seu primeiro “eixo estratégico” o objetivo de “estimular materiais didáticos e paradidáticos sobre diversidade sexual”.

São muitos os caminhos que o movimento LGBT tem percorrido, sem alarde, para levar sua agenda ideológica para as escolas. E os resultados, muitas vezes, chocam os professores e demais profissionais que recebem esse material pedagógico.

“Sempre cito o caso da cartilha chamada ‘Meninas espertas vivem melhor’. Nela, ensina-se que meninas não precisam de homens porque podem se masturbar sozinhas. A cartilha vem com um espelhinho pra menina chegar em casa e olhar a própria vagina. E assim ela aprende a se masturbar. Isso foi feito com verba pública”, declarou Damares.

“Essa tem sido a tônica dos materiais que estão chegando nas escolas do Brasil. Não é combate a homofobia. Estão desrespeitando a identidade biológica das nossas crianças e usando verbas públicas para destruir essa geração”, completou.

Todas as informações constam no vídeo da palestra, obtido de forma exclusiva pelo Gospel Prime, “Educação: Missão da Família ou do Estado?”, que Damares Alves realizou em Arujá, para promover ali o projeto de lei do movimento Escola Sem Partido, que busca uma educação sem aparelhamento ideológico.

Assista:


Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Ataques ao islã causarão a 3ª Guerra Mundial, afirma líder muçulmano

Ele defende que a ONU controle a liberdade de expressão no Ocidente

Ataques ao islã causarão a 3ª Guerra, afirma líder muçulmano
Quem mora em países onde o islamismo não é uma força política-religiosa tem dificuldade de entender como uma simples caricatura do profeta Maomé pode ter gerado tantos protestos de muçulmanos indignados. Em vários países da Ásia e da África, ocorreram marchas, manifestações violentas por causa do ataque ocorrido na redação do semanário francês Charlie Hebdo. Casas e igrejas foram queimadas, pessoas ameaçadas e mais uma vez viu-se a face da intolerância religiosa levada ao extremo.

Para os apoiadores do partido religioso Jamiat-e-Ulema Islam, do Paquistão, a resposta veio com a queima de bandeiras francesas, americanas e britânicas em um protesto contra o Charlie Hebdo em 23 de janeiro.

Em seu discurso, Sirajul Haq, importante líder islâmico avisou que esse tipo de ataque ao profeta “levará o mundo a uma terceira guerra mundial”. Diante dos milhares de participantes do protesto, exigiu-se ainda que as Nações Unidas façam leis que proíbam os meios de comunicação de zombar de personalidades religiosas.

Embora o Alcorão não diga explicitamente que retratar Maomé é proibido, uma série de ensinamentos islâmicos proíbe qualquer representação do profeta.

Haq exigiu que a França se desculpe por permitir que fossem feridos os sentimentos de “milhões de muçulmanos em todo o mundo.” Também pediu um boicote dos produtos de países como França e Dinamarca, cujos meios de comunicação publicaram as charges de Maomé.

Outro líder do Jamaat-e Islami, Abdul Mastan, exigiu que o governo paquistanês expulse o embaixador francês do Paquistão. Houve um clamor para que os muçulmanos de todo o mundo se unam para defender o profeta Maomé.

Durante o evento, uma coalizão de partidos religiosos no Paquistão composta por Jamaat-e Islami, Jamiat Ulema-e-Islam-Fazl e Ahle Sunnat Wal Jamaat, ofereceu uma recompensa para quem matar a equipe do Charlie Hebdo que foi responsável ​​pela criação de novas caricaturas de Maomé. O total chega a 100 milhões de rúpias, o que equivale a R$ 3,5 milhões.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Como podemos explicar a diferença que há na seqüência dos atos da criação, em Gênesis 1 e 2?

"Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome."

Gênesis 1 declara que os animais foram criados antes do homem, mas Gênesis 2:19 parece reverter a ordem, ao dizer: "Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todos os animais 
do campo..., trouxe-os ao homem, para ver como este lhes chamaria". Isso pode dar a entender que 
Adão tinha sido criado antes dos animais.

Gênesis 1 dá a sequência dos eventos; Gênesis 2 fornece mais informações a respeito deles. O capítulo 2 não contradiz o capítulo 1, porque não afirma exatamente quando foi que Deus criou os animais. Simplesmente diz que ele trouxe os animais (que anteriormente criara) a Adão para que este lhes desse nome. O ponto principal no capítulo 2 é a ação de dar nome aos animais, não a de criá-los. Gênesis 1 delineia, de forma geral, os eventos, e o capítulo 2 nos fornece detalhes. Tomados juntos, os dois capítulos formam um quadro harmonioso e mais completo dos atos da criação. As diferenças, então, podem ser resumidas da seguinte maneira:

GÊNESIS 1                                                                                          GÊNESIS 2

Ordem cronológica                                                                               Criação dos animais
Visão Geral                                                                                           Detalhes
Ordem de tópicos                                                                                  Nomeação dos animais

GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

Por que Adão não morreu no dia em que comeu do fruto proibido, como Deus dissera que aconteceria?

"Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás."

Deus disse a Adão, com respeito à árvore proibida: "no dia em que dela comeres, certamente morrerás" (Gn 2:17). Mas depois que pecou, Adão viveu até a idade de 930 anos (Gn 5:5).

A palavra "dia" (yom) nem sempre significa um dia de 24 horas. "Pois mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem" (SL 90:4; cf. 2 Pe 3:8). Assim realmente, Adão morreu dentro de um "dia", neste sentido. Ainda, Adão começou a morrer fisicamente no exato momento em que pecou (Rm 5:12), e ele morreu também espiritualmente naquele preciso instante em que pecou (Ef 2:1). Portanto Adão morreu de diversas formas, cumprindo assim o pronunciamento de Deus (em Gn 2:17).

GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

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